Notas:

1 Ok ok, domingo virou terça (e a Lia vai me matar!)

2 Estou quase em dia com os contatos. Devo por tudo nos conformes ainda hoje/amanhã.

3 Essa semana (e a próxima) serão levemente punk (por causa das provas/seminários de final de período). Então, a "agenda de posts" será levemente reduzida. (mas ainda assim, tem coisa bem legal a caminho ;D - vide notas finais)

4 Aproveitem o cpt 5 ;D


Classificação etária: T

Romance/Angst/ longShot: 18cpts

Shipper: SasuSaku

Disclamer: Naruto não é meu.

Dedicatória: Para Mokoninha

Autora: January Eclipses

Tradutora: Kahli Hime.

Sinopse: Uma lei antiga de Konoha permite que membros de clãs importantes comprem pessoas que não pertecem a clã algum. Infelizmente, Sakura recusava-se a acreditar nisso até que sua mentora realmente confirmou que, sim, agora ela pertencia a Uchiha Sasuke.


Anteriormente...

Por sinal, toda vez que fizer algo errado, ele vai receber algum tipo de mensagem que você o está fazendo e puni-la.

Para deixá-lo bêbado há uma receita que nunca falha:

Vodka, álcool puro, uísque e rum. Use muitos limões e abacaxi para encobrir o cheiro de álcool. Funciona ainda melhor se ele estiver com gripe.

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O dispositivo que marca que você é propriedade dele apenas dá choques dependendo do que suas ondas cerebrais acusarem. Logo, é possível enganar este dispositivo.

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- Haruno Sakura, mas o que pensa que está fazendo aqui?

Dando um salto gigante, Sakura girou rapidamente em direção à voz que lhe repreendera e seus olhos verdes encontraram os cor de mel da Godaime.

E sua mentora não parecia nada feliz em vê-la ali.

. . .


Para Mokoninha

Capítulo V

Spoonful of Sugar

Uma Colherada de Açúcar


Sakura engoliu em seco ao vislumbrar a ira nos olhos de sua Sensei.

Bem ... como deveria explicar isso?

Por um lado, poderia dizer que estava interessada neste novo país que se desenvolvera fora dos dominios da Névoa. Sim, seria perfeito! Basta dizer que estava curiosa, porque Ino havia lhe dito tantas coisas sobre esse lugar e Sakura só queria ter certeza de que a loira não havia deixado detalhe nenhum de fora.

Não seria uma mentira total, porque realmente queria ficar a par dos riscos que Sasuke estava se metendo indo nessa missão. Claro, bem, se pusesse nessas palavras, faria-lhe parecer como uma namorada ciumenta ...

Ainda assim ...

- Esqueci um texto médico aqui no outro dia. - Sakura deixou escapar. E de onde isso tinha vindo mesmo? E agradeceu mentalmente sua sorte por ter finalmente ficando boa na "arte da mentir". - Eu queria pegá-lo de volta antes que de esquecer onde o havia deixado. - Disse enquanto habilmente deslizava o pergaminho de volta ao lugar onde estava na prateleira.

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Tsunade deu-lhe um olhar desconfiado e depois de alguns segundos, disse praticamente num cantrolar. - Ok!

Foi então que Sakura notou a cor ruborizada visível no rosto da loira, enquanto tomava um gole de saque.

A kunoichi deveria ter previsto isso, a Hokage estava completamente bêbada!


Saindo muito discretamente, Sakura soltou um suspiro de alívio por não ter sido pega no flagra.

Virando-se ligeiramente, seus olhos captaram a figura de ninguem menos que Jiraya.

- Jiraiya-sama! - cumprimentou-o, surpresa. De todas as pessoas no mundo para estar aqui, tinha que ser logo ele?

- Ah, Sakura! Você já viu ...? - Sabendo o que o shinobi estava prestes a dizer, Sakura apontou na direção da biblioteca, segundos antes de uma risada viciosa flutuar no ar.

Jiraiya arqueou as sobrancelhas e a ficha caiu completamente. - Oh. - Disse e em seguida, pos-se a camihar hesitante até a biblioteca resmungando algo sobre "beber outra margarita".

Suspirando em alívio novamente por não ter sido capturada, a kunoichi saiu da torre Hokage.


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Bem, se o que acabara de ler fosse verdade, então isso significava que ela poderia ser capaz de levar uma vida semi-normal. Poderia namorar se quisesse, mas provavelmente não poderia se casar com outra pessoa. Porque... bem, não poderia manter Sasuke bêbado para sempre, certo?

Também poderia bater nele.

Esse pensamento a fez sorrir.

Quando era mais jovem, nunca quis bater em Sasuke. Ele sempre fora seu ídolo absoluto e ela não queria machucá-lo de forma alguma. Mas agora, no final de sua adolescência, tendo uma força da qual qualquer um invejaria, força suficiente para quebrar a cara daquele idiota, ainda assim ela simplesmente não poderia. Que ironia!

O único problema sobre seu plano era que provavelmente só poderia usá-lo em situações de vida ou morte. Porque se de repente começasse a desobedece-lo e aparecesse com chupões no pescoço, por mais improvável que tal situação ocorresse, ele ficaria com raiva por não ter controle completo sobre si. Conhecendo Sasuke como conhecia, ele iria encontrar uma maneira de corrigir tal situação antes mesmo de tal dia chegar a anoitecer, o que significava que ela não poderia fazer o que quisesse (como imaginara) porque senão haveria consequências...

Sorrindo às novas possibilidades que os "truques" do pergaminho lhe ensinara, a kunoichi partiu para mais um dia de treinamento.


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Passara-se quase uma semana, quando o moço finalmente voltou.

Sasuke suspirou sob a máscara.

As coisas tinham ido de mal a pior no espaço de três dias. Aparentemente, simplesmente não conseguia se infiltrar em um país como aquele agitando katanas e lançando jutsus. Sua equipe teve de ser ainda mais furtiva, especialmente quando se tratava de uma ilha pertencente a um jogador, ou seja, havia equipamentos de alta tecnologia por toda a parte.

Sua primeira prioridade era libertar os reféns e as crianças da ilha, levando-os imediatamente de volta à Konoha e em seguida, acabar com tais jogadores que governavam a ilha. Isso teria sido fino e elegante se tudo tivesse saído como planejado. No início, tudo parecia estar indo perfeitamente bem. Era noite e a equipe de Sasuke escalou o muro de proteção em torno da ilha com muita facilidade. Evitaram o caminho dos ninjas contratados pelos criminosos e foram diretamente para o Composto onde o orfanato ficava localizado. Sendo que, a luz incandescente local tornava tudo mais notório. Tudo, até mesmo eles.


De alguma forma, uma moça de 16 anos conseguira ve-lo.

Desde que era obrigado a libertá-la, tentou com muita dificuldade em não mandá-la muro abaixo quando tudo o que a garota fazia era se esroscar em torno de si, agarrando-lhe firmemente num abraço forte.

Mesmo com a máscara ANBU, a garota conseguiu sentir " a aura sexy" dos homens de Konoha.

Isto resultou em todas as garotas seguir exatamente o exemplo da outra com todos os outros ANBU. Mas não era de se espantar, afinal, aquele país era conhecido como "A Ilha da prostituição". Quando sentiu o enlace apertar ainda mais, Sasuke decidiu que já estava mais que na hora dessa garota sentir o poder de seu Sharingan.

Simplesmente não poderia completar a missão com êxito tendo uma garota enrroscada a si dessa maneira, então ele a afastaou.

Ela começou a chorar a plenos pulmões, alertando uma das reféns sobre sua angústia. Uma senhora saiu de um quarto vizinho e abriu a boca (enorme) para gritar, que tão logo fora calada quando Sasuke apareceu atrás de si, num piscar de olhos, e lhe deu um golpe na cabeça, deixando-a inconsciente no chão.

Fitando a adolescente, agora completamente quieta, o Uchiha virou as costas e começou a libertar as demais crianças.

Ou pelo menos, era isso que esperava fazer.

A maioria dos pequenos chorava, assustados com os homens mascarados pousando em seus quartos e muitos até mesmo resistiram. O shinobi fora forçado a soltar os dedinhos dos pequenos de tudo onde podiam segurar: cama, lençol e até mesmo nas outras crianças.

Agora, os uniformes de sua equipe estavam cobertos por saliva, lágrimas e arranhões, e sua raiva crescia a cada segundo.

Sasuke contemplou a idéia de usar o Sharingan em todos eles, mas percebeu que se tratavam de quase 200 crianças! E bem, isso seria dificil de se ministrar.

Supunha que foram o choro e os gritos das crianças que alertou os guardas, pois um alarme começou a soar de forma ameaçadora, com luzes vermelhas piscando por todos os lados.

Eles já sabiam que algo estava errado.

Segundos depois, encontrou um lugar para se esconder enquanto a outra metade a sua equipe conduzia as crianças até as docas, na intenção de embarcá-las em um navio, e a outra metade, incluindo ele mesmo, lutariam contra os ninjas contratados por esse "Pais de Jogatina".


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Na manhã seguinte, não parecia haver qualquer ameaça iminente, mas concordaram que tinham de se apressar para evitar outras distrações.

Sasuke ficou aliviado quando o navio finalmente zarpou.

E já haviam navegado cerca de uns 200 m quando ouviu um grito pedindo "PARE!" ...


... Em terra.


O menino tinha talvez três ou quatro anos, mas corria mais ligeiro que qualquer criança de sua idade.

Havia Shinobis inimigos correndo atrás de si e já podiam ser avistados até mesmo do navio ao longe.

O garotinho tentava a todo custo chegar ao navio, seu ursinho de pelúcia apertado firmemente nos braços.

Murmurando uma maldição, Sasuke saltou do navio e pousou graciosamente sobre a superficie da água. Ação à qual ganhara alguns poucos suspiros femininos e gritos de entusiasmo dos mais pequenos no convés. Ficaram admirado com a agilidade do moço, ele era invisível a um olho destreinado, seus movimentos nem sequer provocaram uma onda sobre a superfície da água.


O Uchiha alcançou o menino enquanto apenas uma ponta de medo lhe atingira o peito. E esse medo era vindo de Sakura. Através dos olhos femininos, vislumbrou os orbes furiosos da Hokage. Ela estava com medo de ser pega, pensou que Tsunade a tinha pego fazendo alguma coisa errada.

Então … tão rápido como veio, o flash fora embora.

Apenas para ser substituído por uma shuriken, que fora lançada exatamente na direção do coração da criança, alojando-se algoz no ombro do shinobi (que se inclinara rapidamente para receber o golpe em seu lugar).

Rapidamente retirando-a da carne, pegou o menino no colo e correu de volta para o navio.

Ainda de pé sobre a água, enviou uma bola de fogo gigante em direção aos ninjas inimigos, deixando para trás uma Ilha em total estardalhaço.


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Já era de tardinha quando chegara à Vila, seguido por diversas crianças chorosas a tiracolo.

A única coisa mais engraçada que as crianças maravilhadas com Konoha era os shinobi em pânico correndo atrás delas para mantê-las na linha.

Atrás das máscaras ANBU, jaziam expressões em pânico. Mesmo que houvesse um ANBU para cada vinte crianças, ainda assim nunca parecia ser suficiente.

O primeiro lugar ao qual os levara fora para o hospital, onde Sasuke finalmente poderia estar livre deles. E não precisaria bancar mais a babá! Os três dias que tinha viajado para chegar até aqui tinham sido os piores de sua vida. Sua "aura furiosa" era quase que palpável. Tiveram de viajar em uma velocidade lenta por causa das crianças e isso já era mais que suficiente para tirar-lhe o (bom?) humor.


Deixando os pirralhos aos cuidados de sua equipe, aos quais tinha certeza que eram mais confiaveis que si mesmo, foi até a Torre da Hokage para entregar seu relatório.

Tsunade o fitou com olhos divertidos (provavelmente realizada em vista à desgraça do moço).

Contou-lhe o relato do que vira naquele País, o que ocorrera de forma bem sucedida e o que não fora tão bem assim, e deixou escapar casualmente como esta missão deveria lhe garantir um pagamento razoável. Tsunade riu nesse momento e lhe disse para ir ao hospital e se certificar de que estava tudo OK. Ele concordou, mesmo que não tivesse a intenção de fazê-lo.

. . .


Chegando em casa, notou que Sakura não estava lá.

E repreendeu a si mesmo momentaneamente. Afinal, deveria ter imaginado isso, pois ela deveria estar no hospital bancando a "tia" e assim assoberbada de trabalho.

Haruno Sakura era o tipo de pessoa que adorava crianças. Mas depois dos ultimos dias, Sasuke estava pronto para arrancar a cabeça de cada um deles. Essa "tolerância" devia provir apenas do cromossomo y mesmo.


Sasuke cuidou do próprio ombro, meio que desajeitado, afinal não conseguia alcançar adequadamente o local ferido e depois despencou no sofá.

Após dormir o que pareceu apenas uns segundos, recebeu um telefonema. Dando uma olhadela ao relogio, viu que dormira por horas e imaginou quem seria a tal pessoa ligando a essa hora.

Era do hospital.

Aparentemente, mesmo que Sakura fosse a médica mais famosa da Vila e uma dos melhores kunoichi de Konoha, eles simplesmente não confiavam nela em sair sozinha durante após uma longa jornada de trabalho. Aparentemente, a moça estava excedendo seus limites. Mais uma vez.

Ao som da voz da recepcionista, Sasuke poderia arriscar o palpite de que Sakura não tinha idéia de que eles o estavam ligando.

Resmungando algo inaudível, o moço sequer tinha certeza do que ele mesmo dissera, bateu o telefone e fez caminho ao hospital.


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A recepcionista lhe disse "espere na sala de estar, Sasuke-kun."

Ela tentou lhe dizer como chegar até lá, mas ele saiu antes que a moça pudesse ter a oportunidade de saltar em si.

O Uchiha achou o local com bastante facilidade, ja havia estado ali antes. Pegou um café e sentou em uma poltrona em frente à janela para esperar por Sakura.

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Cerca de dez minutos depois, a moça chegou, arrastando os pés e se recostando à máquina de rerigerante, sentindo-se completamente exausta.

Pressionou o botão e quase que imediatamente uma lata de Coca-Cola veio à tona. Pegou-a e deu um gole e quando virou-se ...

Bem, nesse momento Sakura o viu. E seu olhos arregalaram e ela só faltou engasgar-se com a bebida. Sasuke simplesmente arqueou uma sobrancelha.

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Depois do susto (e de finalmente tomar novo fôlego), apontou acusadoramente na direção do rapaz. - O que está fazendo aqui?

Ele a fitou calmamente. - Me disseram que eu deveria vir e te levar pra casa.

Sakura sussurrou algo bem baixinho. - Recepcionista estúpida e sua quedinha estúpida por voc...- E, bem, os resmungos ficaram piores depois disso.

Sasuke ficou de pé, pronto para partir. - Vamos.

E a kunoichi ficou boquiaberta. - Espere um minuto, eu não posso sair! Tenho toda uma papelada pra por em ordem!

- Deixe que o pessoal da noite se encarregue disso.

A kunoichi queria salientar que ela era praticamente o pessoal da noite, mas segurou a língua. - Mas ...!

Foi então que Sasuke utilizou dos seus bons nove ou dez centimetros a mais que ela como vantagem. Fitou-a com uma calma, ainda que seu olhar fosse bastante intimidador.

No início, ela posara com sua atitude desafiadora, fitando-o com a mesma intensidade que ele a fitava nesse momento.

Mas ele simplesmente não iria cansar. Sasuke poderia, literalmente, fazer isso durante a noite toda.

Então, depois de um tempo, Sakura finalmente cedeu. - Tudo bem. Deixa eu pegar as minhas coisas.

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Ele a esperou na porta da frente.

A recepcionista e muitas das outras meninas (as quais acabara de salvar em sua missao), fitavam-no como se tivessem coraçõeszinhos voando de seus olhos. Algumas coisas simplesmente não iriam mudar, certo...

. . .


No caminho de volta para casa, Sakura obverservara seu "dono" durante praticamente todo o tempo. E algo chamara sua atenção.

Seus olhos se estreitaram visivelmente. -Você está machucado?

Ele ficou levemente tenso, mas não tinha certeza do que ela realmente havia visto em "sua mente". - Não. - Mentiu. Mas, antes que pudesse comandá-la a ir direto para a cama e deixar o assunto o assunto para lá, ela protestou.

- Você está! Que idiota teimoso, tire a camisa!

Espere um minuto, não era ele deveria estar dando ordens por aqui?


Sakura fez caminho ao redor da cama e o indicou a sentar-se.

Ele agarrou os pulsos femininos firmemente quando a moça teimosamente tentou tirar-lhe a camisa contra sua vontade. - Sakura, você não tem chakra suficiente pra isso. Agora vá pra ...

Antes que ele pudesse terminar o comando, ela o interrompeu. -Sasuke, eu sou médica. Fiz um juramento de salvar vidas e curar a quem precisa, não posso te deixar assim. Agora, tire a camisa.

Depois de alguns minutos de uma guerra de "carrancas horrorosas", ele finalmente cedeu quando um leve "por favor?" saiu da boca feminina.

Sakura ajoelhou-se atrás dele e começou a desfazer-lhe as ataduras, uma a uma. Depois de pouco tempo, o torso do moço estava completamente nu. Sakura engoliu em seco quando viu os músculos de suas costas lacerados, mas rapidamente voltou ao foco da tarefa em mãos.

Não era necessariamente uma ferida muito ruim, mas sim muito profunda.

A mãos de Sakura brilhavam enquanto reparava o tecido lacerado. Seus olhos arregalaram quando o chakra verde começou a falhar e eventualmente desaparecer completamente. A kunoichi sentiu seus olhos ficarem pesados a cada segundo.

Sasuke quase—quase— entrou em pânico quando sentiu o corpo da moça cair contra o seu (agora, curado).

Depois de notar a respiração dela estava lenta mas os batimentos cardíacos normais, percebeu que a moça estava apenas dormindo.

Ele avisara que ela não tinha chakra suficiente para tal.

Balançando a cabeça exasperado, apagou as luzes e deitou-se ao lado dela.


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Enquanto trabalhava no dia seguinte, Sakura chegou à conclusão que sentia um pouco de pena do Sasuke.

Não só por causa das crianças (aqueles pestinhas bagunceiros). De acordo com os reféns, as crianças eram bem alimentadas nos orfanatos. Mas pela maneira que estavam agindo, qualquer um diria que nao viam um prato de comida há dias.

Tsunade a repreendeu novamente por pegar outra noite de trabalho. Sakura simplesmente disse a Godaime que tinha certas responsabilidades a cumprir, por ser uma das melhores médicas da Vila.

Quando muitos pacientes precisavam de ajuda, Sakura normalmente preferia ficar por perto para se certificar de que todos estavam recebendo o melhor tratamento possivel. O pessoal da noite era reduzido pela metade em relação à quantidade do pessoal do dia, então ela sabia que ficavam gratos por uma ajudinha extra. Especialmente quando duzentos pacientes extras haviam chegado à Vila tão inesperadamente.

Horas e horas de troca de fraldas, alimentação, pôr de castigo e, ela finalmente foi para casa.

E riu quando pensou em quanta diversão Sasuke provavelmente teve com eles.


O telefone tocou na mansão Uchiha.

- Oi?

- Oi, Sakura! Justamente com quem que eu queria falar!

- Ino? É um pouco tarde para ligar, não acha? - Sakura fitou o relógio. 9:45. E já estava escuro lá fora.

- Eu sei, eu sei! Enfim, queria conhecer esse novo "lugar". Uma boate chamada Eclipse.

- Ino … - Sakura disse, hesitante. - Eu não acho que posso, quero dizer, com essa coisa do Sasuke e tudo mais...

Porque ele iria pirar se me pegasse numa boate! E ainda por cima, com a Ino!

- Ah Sakura! Só porque você é alguém propriedade de alguém—

- Ino. - Sakura advertiu. Mas a loira ignorou.

—Não significa que não pode ter nenhum divertimento!

- Porque você não pode ir com outra pessoa?

- Bem, se eu chamasse Tenten, Neji de alguma forma iria descobrir. Sasuke é muito protetor, claro, mas você pode imaginar um Hyuuga pirando? Só de pensar nisso me dá arrepios! Eu não poderia levar Hinata, pois ela é inocente demais pra esse tipo de coisa e ... - depois de uma pausa, a voz de Ino ficou mais suave. - Naruto provavelmente iria querer vir junto.

Sakura arregalou os olhos ao pensamento e estremeceu. A última vez que tinham levado Naruto à boate... bem ... ela nem queria lembrar do que ocorrera.

A kunoichi suspirou. - Então, como sugere que eu vá dizer ao Sasuke sobre ir à boate?

- Eu não sei, droga, mas você precisa! Deveria saber como se faz essas coisas né. Afinal de contas, você é médica, certo?

Sakura suspirou assim que a porta da frente abriu-se. - Ele está de volta. - disse rapidamente. - Eu vou falar com ele e vejo se consigo alguma coisa.


Com uma despedida rápida, a moça desligou o telefone e olhou para a sala, onde o rapaz tinha acabado de entrar.

- Sasuke? - Ela se aproximou dele. - Um ... como foi o seu dia? - Ele só estava vestido com uniforme Jounin, por isso provavelmente não tinha sido tão estressante assim.

- Horrivel. - O portador do Sharingan a fitou, seus onix menos escuros que normalmente eram. Nublados, quase.

- Por quê? - perguntou.

- Acho que estou doente. Malditos países estrangeiros. - fungou levemente antes de continuar. - Não respiro direito, nem sinto mais o cheiro das coisas, nem o gosto. É horrivel.


Droga! Dope-o se for preciso!

Funciona ainda melhor se ele estiver gripado.


Sorriu para si mesma. - Eu tenho a coisa certa pra isso! Espere um minuto!

E correu para a cozinha.

E... bem, como era aquela receita mesmo?

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A loira pôs o telefone no ouvido. - Oi?

- Hey, Ino. - Sakura murmurou numa voz baixinha. - Olha só, eu vou poder ir contigo hoje.

- Sério?

- Sim, deixa eu buscar umas coisas no meu apartamento e te encontro no seu mais tarde.

Ino sorriu animada.

. . .


N/T:

Certo, galera, se tudo tivesse dado super certinho, teria adiantado o cpt para anteontem. Mas aí, não deu...

Mas veio hoje. então é uma coisa boa também, ne ;D

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Bom, flores. digam: Curtiram?

Sério, Ino e Saku-chan vão aprontar poucas e boas ou é impressão minha?

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Bom, flores, essa semana a "agenda de posts" está mais modesta que a das duas semanas passadas. Ainda assim, dá pra se divertir bastante ;)

- ABC nejisaku (1 ou 2 shots)

- Frozen (final)

- Skin and Bones - postagem quase certa pro domingo (final)

. . .

Bom, galerinha bonita, eu vou indo (estudar/trabalhar/etcetcetcetc)

Nos vemos ;D

Hime.