N/T: Vcs querem mais?

;D


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Capítulo VI

um momento de fraqueza

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Naruto, Kakashi e Sasuke fizeram a maior bagunça no campo de treinamento, a maior parte por conta das ações do Uchiha e do loiro.

Sasuke podia sentir que Naruto estava se segurando, assim como ele mesmo.

O treino havia se tornado aparentemente apenas uma ferramenta para impedir que ficassem enferrujados. Era como se não tivessem, nessa realidade, a intenção de medir a diferença de força entre si.

Kakashi praticamente jazia sentado à copa de uma arvore somente aproveitando a leitura de seus pornos. Era como se estivesse ali apenas para servir de baba dos dois outros rapazes, para se certificar de que não tentassem, eventualmente, matar um ao outro, como em seu tempo de Genin.


Sasuke não havia percebido quanto haviam treinado; o sol ainda jazia brilhante no céu, enquanto caminhavam cerca de três quilômetros de volta para Vila da Folha.

Kakashi inventou uma desculpa qualquer, algo sobre resolver assuntos importantes e desapareceu em uma nuvem de fumaça.

Sasuke lembrou-se que tinha de ir pegar o filho mais novo na casa de Ino, só que não tinha idéia de onde tal local ficava. O loiro ao seu lado estava completamente alheio ao problema do Uchiha, então talvez pudesse usar isso a seu favor. - Dobe, você vem comigo pegar Haru na casa da Ino?

Naruto o fitou e sorriu. - Claro, quero dizer, Akira está na minha casa mesmo, então podemos comer ramen todos juntos.

Sasuke balançou a cabeça, o Dobe ainda amava ramen. - Tudo bem então, mas Sakura vai ficar irritada se isso acabar com o apetite dos meninos.

Naruto o fitou e franziu a testa. - Hinata também pode não gostar disso, talvez devessemos comprar um pouco e levar pra casa. As garotas vão ver isso como uma forma de" um dia de folga da cozinha." - E sorriu de novo, - Venha, vamos pra casa da Ino.


Ele devia ter imaginado que Ino tinha se mudado para a casa de Choji.

Era meio estranho que a garota que um dia estivera apaixonada por si, agora fosse casada e já tivesse uma filha. Mas ele também não era a melhor pessoa para falar de "coisas estranhas" uma vez que também se casara com Sakura.

- Otou-san! - o menino praticamente gritou assim que viu seu pai e correu até ele. Sasuke o pegou nos braços e mais uma vez o pos sobre o ombro, como se fosse a coisa mais natural a se fazer.

- Vamos lá, vamos pegar o resto das crianças e ir comprar ramen. - Naruto disse a Haru.

- Yay, Ramen!

Sasuke soltou uma risada, - eu poderia jurar que estou lidando com duas crianças aqui. - E voltou ao caminho de volta ao centro da Vila, Naruto bem atrás de si gritando que não era uma criança de dois anos, que era apenas muito energético.


O loiro tinha se mudado para a casa Tradicional Hyuuga, Hinata não estava em casa, o que significava qua ainda estava de plantao no hospital, assim como Sakura.

As crianças treinavam com o pai de Hinata, notaram tal tão logo cruzaram o imenso jardim da mansão.

Sasuke não conseguia lembrar de ter dito sequer duas palavras a este homem em toda sua vida.

O mestre Hyuuga "estava em combate" com a gemea, filha de Naruto, enquanto os dois outros meninos jaziam sentados observando a cena e apreciando um bom chá.

Akira virou-se imediatamente ao sentir a presença do pai, pos a xícara de lado e correu em sua direção. -Otou-san, o que faz aqui?

- Bem, Naruto-ojisan decidiu que queria ramen, então viemos buscar todos voces. - Sasuke disse ao menino. Então, Shiro, o filho de Naruto, correu na direção do loiro para abraçar seu velho pai, e o mestre Hyuuga e sua neta cessaram o combate, desviando a atenção aos que acabaram de chegar.


Esta era a primeira vez que Sasuke vira as crianças de Naruto e ficara espantado ao notar quao parecido o menino era com o pai. A única diferença era que o pequeno Shiro possuia os orbes opacos, herança Hyuuga. A menina, por outro lado, tinha os cabelos da mãe, a face praticamente uma copia da mãe.

Para gêmeos, a única coisa que combinava entre si, eram os orbes violeta.

- Hey, Sasuke-ojisan!? - E o Uchiha olhou para baixo para ver Shiro fitando a si.

Sasuke ajoelhou, colocando Haru de pé ao lado do irmão e voltando sua atençao ao menino loiro. -Sim, Shiro.

- Akira disse que você consegue cuspir fogo e que está ensinando pra ele também, isso é verdade? - Sasuke não podia acreditar o quao aquele pequeno soava como o pai quando menor, quando ainda era um Genin e fazia parte de sua equipe.

- Sim, eu posso e sim, também estou ensinando ao Akira como faze-lo. - Sasuke disse ao levantar-se.

Os olhos do loirinho arregalaram-se, - Sério? Uau, será que pode me ensinar também? Eu quero cuspir fogo também!

- Creio que não seja uma boa ideia, não acho que sua mãe vai gostar de te ver cuspindo fogo por ai e além disso é um jutsu de família, - Naruto o fitou e sorriu-lhe, - Não é verdade, teme.

Sasuke assentiu. - Sim, assim como o seu estilo de luta é algo da sua família, são jutsus secretos. - E virou-se para Akira que lhe deu um grande sorriso.

Hina aproximou-se para ficar ao lado do pai, mas não havia pronunciado sequer uma palavra ainda, ela era quase que tão tímida como a mãe na sua idade.


Os seis partiram juntos para o Ichiraku Ramen, lugar que a Equipe 7 conhecia de longa data.

Sasuke não sabia como Naruto era capaz de comer tanto e não passar mal. Depois de fazerem seus pedidos, ambos os pais e seus filhos seguiram caminhos separados. Sasuke teve a certeza de levar para Sakura também. Akira segurou a mão de Haru enquanto Sasuke carregava a comida.

Não demorou muito até que chegassem ao complexo Uchiha.

Eram quase quatro da tarde, Sasuke não tinha certeza de quando Sakura estaria de volta, mas achou que teria não de esperar por muito tempo.

Assim que trouxe a comida e a pos na cozinha, ouviu um som suave de uma voz vinda do jardim. Sasuke seguiu na direção da tal voz apenas para vê-la de costas para si, estendendo roupas no varal.

Então, apenas manteve-se parado no lugar, observando-a da varanda.


Como ela o torturava, havia se trocado hoje de manhã, pondo um short preto shinobi, com tecido suficiente apenas para cobrir a pele de seu bumbum e uma dessas blusas velhas, cujo tecido já estava gasto de tal forma que ficava praticamente transparente ao olhar.

Ela se virou para fita-lo e oh ceus, Kami-sama devia odiá-lo para dar-lhe tal provaçao. Ele tinha razão, aquela blusa além de velha, estava bastante grande em Sakura, o que lhe dava imaginação suficiente para imaginar o que havia sob o tecido quando uma das alças escorregou pelo ombro alvo e mal a manteve coberta.

A única coisa que impediu que o tecido deslizasse até o seio era que parte da blusa enroscara-se em algum lugar de uma das curvas de seu corpo.

Ele já podia sentir a adrenalina e um calor subindo até seu rosto quando olhou para um pouco abaixo da altura do pescoço feminino e viu uma curva saliente e suave, indicando uma porçao da carne macia de um de seus seios.

Era como se ele estivesse sendo testado em todos os níveis.

Já tinha estado aqui há uma semana e não tinha cedido sequer uma vez, mas Sasuke já não tinha certeza de quanto mais poderia levar isso a frente.


- Ei, Sasuke, como foi o treino? - perguntou ao caminhar em sua direção.

- F-foi bom... o que faz em casa, pensei que estivesse trabalhando hoje? - perguntou tentando evita-la, fitando qualquer lugar menos ela.

- Oh, Tsunade me liberou mais cedo, já que hoje não havia muito o que se fazer. - E fitou o céu. - Nao tinha percebido que já era tão tarde, devia estar começando a preparar o jantar. - E soltou um longo suspiro e ele não pode evitar fitar atentamente o peito feminino subir e descer a cada movimento de sua respiração.

Sasuke mentalmente se esbofeteou.

- Não tem que cozinhar hoje, eu e os meninos trouxemos ramen, já esta na mesa da cozinha. - Praticamente balbuciou.


Sakura pos-se bem na frente do marido e tirou suas sandálias antes de pisar no chão de madeira fria, em seguida, fitou-o e sorriu. - Oh, muito obrigada. Vai me ajudar muito. - Sasuke praticamente foi ao inferno quando sakura deslizou as pontas dos dedos sobre a superficie de seu peito, deslizando-os ao redor de seu corpo ao passar por ele, o que durara apenas um mero segundo, mas aquilo, para si, pareceu uma eternidade.

Era como se Sakura soubesse que ele estava tentando resistir a ela.

Ele ainda podia sentir o calor de seu toque.

Se o tivesse tocado a pele, provavelmente a batalha estaria perdida, e a guerra ganha por nada mais nada menos que sua carne em combustao.


Jantaram e Sasuke distraiu-se o resto da tarde ajudando o filho mais velho com seu treinamente até tarde da noite.

Faria qualquer coisa para evitar ficar sozinho com sua esposa, não importa o que fosse.

Eram apenas nove horas quando entrara em seu quarto e tirara a camisa, jogando-a no que parecia ser um cesto de roupa suja. E oh quão convidativa parecia a cama, então, Sasuke simplesmente deixou-se cair e relaxar. Ele poderia dormir a noite inteira.

- Awn, meu amor está cansado. - Ouviu-a dizer da porta.

E antes que pudesse virar ou mesmo agir, sentiu a mão feminina em seu ombro mantendo-o deitado no colchao. A outra mão foi até o outro ombro e, no mesmo instante, sentiu o corpo de Sakura sobre si.

Montara-o, posicionando um joelho de cada lado do corpo masculino, como se o abraçando-o em seu calor. As mãos deslizavam pelas costas do moço, as pontas dos dedos massageando a superficie de sua carne num zig-zague ritimado, na intenção de aliviar-lhe os músculos cansados.

Sasuke sentiu o corpo da mulher inclinar-se para frente, pressionado-se contra suas costas, aumentando a sensação de calor que há cerca de uma semana, mantivera suprimido em maximo de poder de força de vontade que conseguira reunir. - Relaxe, deixe-me massagear esses músculos pra você. - sussurrou em seu ouvido e deu-se um beijo no ombro, depois outro e outro, e finalmente sentou-se novamente para começar o que prometera.

Ele pode sentir as mãos femininas e seu chakra quente fluindo para seu proprio corpo, relaxando seu ombros e costas.

Sasuke simplesmente não podia lutar contra o que viria a seguir, então deixara um gemido inevitavel escapar por seus lábios enquanto sakura lhe atingia os lugares certos. E ouviu-a rir. - Se sente bem, querido?

Sasuke sabia que havia perdido. - Sim, muito bem. - Sua voz soara rouca, em plena necessidade.

Ainda massageando-lhe os músculos, Sakura inclinou-se e deu-lhe um beijo no ombro e deixou que seus lábios deslizassem pela pele dele, aquecendo-o mais e mais assim que a moça capturara exatamente a curva de seu pescoço; a respiração masculina engatou, sua pele pegou fogo. - Você não deve chegar ao ponto de ficar tão tenso, querido, afinal... sabe que eu posso ajudá-lo a aliviar toda essa tensão... - E o beijou novamente, - De várias formas diferentes. - Os quadris femininos de repente arquearam contra ele.

Maldita mulher!

Sasuke gemeu em aprovação, enquanto seus proprios quadris se elevavam da cama, dando a oportunidade à mulher de deslizar uma mão para a frente masculina, sobre o volume crescentre sob suas calças.

Ele podia sentir o toque feminino sobre o tecido, arrancando outro gemido alto de sua garganta.

E estava preso agora, não havia escapatória.

Sasuke tinha certeza de que não poderia escapar dela agora.

- Uchiha-sama! Uchiha-sama! - a mão feminina congelou e, em seguida, recuou.


Sasuke sentiu o calor de seu corpo esvair-se lentamente, - Droga, logo agora. Acho que é o mensageiro do hospital. Deve ser Tsunade me chamando de volta.

Ele se virou e sentou-se, tentando manter o controle de seu próprio corpo.

A voz lá de fora continuou chamando por Sakura.

Ela trocou de roupa rapidamente. - Sinto muito, sasuke. - E aproximou-se dele, dando-lhe um beijo rápido. - Mais tarde teremos tempo, querido, prometo. Não sei que horas chego, mas se eu não voltar até de manha, o cereal das crianças está no armario direito da cozinha e tem café pra fazer, basta ligar a cafeteira que está tudo praticamente pronto. Ah sim, não deixe de dizer a eles que os amo. - E deu-lhe outro beijo, - Até mais, querido, durma bem, - E então virou-se para partir.


Sasuke jazia sozinho, seu corpo ainda tentando recuperar-se da torrente de calor.

Essa passou perto.

Droga.

Por que tinha que reagir dessa maneira à ela?

Se tivesse sido qualquer outra mulher, ele teria apenas dado de ombros, nem sequer teria achado tal tão emocionante, mas seu corpo a queria.

Ele sabia que, mais cedo ou mais tarde, a metade inferior de seu corpo iria ganhar a guerra.

Então, julgou quer teria de ser mais cuidadoso.

Sasuke deitou-se novamente na cama e pos-se a fitar o teto.

Agora, tudo o que precisava era de um plano.

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continua

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N/T:

Ai ai, será que o Sasuke vai durar muito, hein?

Ahaha eu não aposto nisso!

Ele cede em, 3, 2, 1 AGORA

*APANHA*

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