Uma Fanfic SessKag Traduzida por K hime e autorizada por Eternal Fire1

Do original "Twisted Hearts"

Gêneros: Romance/ pitadas de Drama, Humor e Outros

Classificação etária: T (sendo somente o ultimo cpt M)

Disclaimer: Inuyaha não me pertence.

Shippers: SessKagInu/Inu&Outro/MirSan/Outros a se desenvolver.

Autora: Eternal Fire1

Tradutora: K. Hime

Betareader: Pimentinha (oh, flor, agradeco de montao por estar revisando a fic. Nossa, e uma ajuda e tanto! Arigatou :DD)

Sinopse: "Case comigo." Os olhos de Kagome arregalaram. "Eu ... eu não te amo." Disse numa voz fraca. Se Sesshoumaru pudesse, teria rido. "Miko estúpida." Disse. "Isto não tem nada a ver com amor. São meramente negócios".

* Notas importantes no final do Capitulo.


Twisted Hearts

.: I :.

Blue Sorrow

Desde quando arrumar-se se tornara uma tarefa tão complicada?

Pusera diversos vestidos e já se passara mais de 30 minutos até que finalmente encontrou um que gostasse. Havia levado horas arrumando o cabelo, apenas para deixá-lo solto no final. Maquiagem foi a parte fácil, porque encontrar os sapatos certos para o vestido se mostrou uma tarefa quase impossível. Por último, Kagome fitou-se no espelho.

"Perfeito". Pensou. "Tenho que estar perfeita esta noite".

Seu cabelo preto esvoaçante não estava em um rabo de cavalo como normalmente o fazia. Deixara-o solto, caindo sobre os ombros. De um jeito um simples, mas elegante. O vestido preto lhe contornava a pele, agraciando-lhe as curvas. Os saltos altos pareciam-lhe deixar as pernas mais longas. Seus lábios vermelhos e um pouco de blush e lápis preto contornando os cílios. Um lindo colar azul com pingente de coração e brincos combinando adornavam-lhe graciosamente.

Inuyasha tinha lhe dado aquele colar como presente de aniversário um ano atrás. Disse a ela, depois de vê-la muito ruborizada, quase num sussurro, que a joia fazia seus olhos parecer mais azulados em todo aquele mar escuro. Kagome sorriu e beijou-o, sabendo que esta era a maneira de Inuyasha demonstrar seu amor por ela.

Agora, em seu terceiro aniversário de namoro, pôs bastante intento em arrumar-se para encontrá-lo em um restaurante chique. Ela inclinou-se para o espelho para ver se tinha que corrigir alguma coisa. Então deu uma voltinha e sorriu nervosamente.

Essa noite seria perfeita.

Inuyasha estava agindo estranho, já que acabara de retornar de sua última viagem de negócios, estando alguns meses fora. Kagome imaginou que esse era o fato. Estava meio óbvio pela maneira que lhe fitava. Toda vez que seus olhos se encontraram, ele corava e desviava o olhar. Era como se estivesse tentando esconder algo. Kagome tinha aquela sensação de que algo muito bom estava prestes a acontecer.

Ele iria propor casamento.

— Droga, Sango. – Kagome disse distraída. — Por que não esta aqui quando preciso de você?

Sango, sua melhor amiga, estava nos EUA há tempos. Sendo filha do embaixador mediador dos assuntos entre youkais e humanos, a moça tinha de viajar muito. Ainda assim, por que simplesmente não estava aqui num dia como esse? Kagome jogou com uma mecha de cabelo para o lado e sentou-se na cama. Suspirou e inspirou profundamente três vezes. Realmente, tinha que se acalmar. Não era como se não quisesse isso. Inferno, tinha sido apaixonada por Inuyasha por tanto tempo e nada a faria mais feliz que se casar com ele. Era com o que sempre sonhou e o que mais queria. Era a única coisa que faria sua vida tornar-se completa. Inuyasha apareceu em sua vida de repente. Na verdade, apareceu quando Kagome não queria relacionamento de qualquer espécie com os seres da arca masculina. Ela tinha acabado de sair de um relacionamento muito longo e a última coisa que precisava era começar outro.

Mas algo sobre o cabelo branco hanyou chamou-lhe a atenção.

Algo chamou sua atenção no instante em que o vira e quando ele falou com ela, viu-se completamente encantada. Ele foi rude, temperamental, um completo idiota, mas havia algo nele que a fez maravilhar-se. Se fosse qualquer outra pessoa, ela teria dito adeus há muito tempo.

Mas para ele, simplesmente não podia. Porque às vezes ele a fitava com tanta ternura em seus olhos âmbar que Kagome achava que a cada vês que o fitava poderia morrer por falta de ar. E quando lhe sorria, deus, simplesmente não havia mais ninguém no mundo, somente eles dois. Quando os lábios masculinos tocavam os dela, isso a sentir-se no céu e vira-se completamente apaixonada por ele.

Ela faria qualquer coisa para fazê-lo feliz.

Riu a tal pensamento. Kagome, mulher independente e forte à mercê de Inuyasha, o cretino.

Não é de se admirar Sango gargalhara disso.

Sorriu, entretanto voltou a fitar o espelho novamente e seu sorriso vacilou. Levantou-se para fitar-se por inteiro. Ela parecia atraente e sofisticada. Quase como uma boneca de porcelana e isso a incomodava, de certa forma. Por que precisava tentar tanto ser o que Inuyasha queria que ela o fosse? Ele não deveria simplesmente aceitá-la por si mesma?

O toque do relógio ressonou à distância e os olhos de Kagome se abriram.

— Droga, estou atrasada. – gritou, correndo atrás das chaves de casa e de sua bolsa preta. Depois de cinco minutos, fechou a porta e pôs-se a correr pelas ruas de Tóquio.

Oo oO

Inuyasha a amava, é claro, mas isso não significa que a amaria para sempre da mesma forma.

Quando a conheceu, achou-a irritante. Sua primeira impressão não tinha sido das melhores. Ainda assim, alguma coisa sempre o trazia de volta a ela.

Julgou ser a força que irradiava de seu corpo.

Kagome era apenas uma pessoa feliz. Forte, também. Onde quer que fosse, as pessoas pareciam esquecer seus problemas. Ela era compassiva, bondosa e gentil. Não gosta de ver as pessoas se machucando. Claro, também era irritante, teimosa e desajeitada. Os primeiros meses que estiveram juntos, ela quase o deixou maluco. Viviam brigando.

Inuyasha amava vê-la revidar.

Então, tudo mudou.

Kagome começou a perder seu brilho sempre que estava perto dele. Era como se ela não quisesse que ele ficasse bravo consigo, como se estivesse com medo de ficar sozinha.

Ele não conseguia entender isso.

Kagome era bonita e inteligente. Homens eram atraídos por seu charme natural e Inuyasha às vezes se perguntava por que ela havia o escolhido. Ela poderia ter qualquer um, mas era ele quem ela queria.

Pensara tê-la querido para si também.

Inuyasha fitou a caixa de veludo em sua mão. Seus olhos dourados tão tristes.

Antes de sua viagem à França, tinha a intenção de pedir-lhe em casamento. Kagome o fazia feliz e sua vida seria boa ao seu lado, que nada poderia ser melhor que isso.

Mas foi então… que ele a conheceu.

Kagome, o que está fazendo aqui? – Inuyasha disse ao virar pelo braço uma mulher de longos cabelos negros próxima a ele. Seus olhos arregalaram em surpresa.

Eu... Eu sinto muito. – resmungou, soltando-lhe o braço. — Pensei que fosse outra pessoa.

A mulher a sua frente o fitou em irritação. Ele sabia que não deveria gostar da maneira como seus olhos castanhos o fitavam, ainda assim...

Me confundiu com alguém? – ela perguntou e Inuyasha achou o som de sua voz fascinante.

Eu... Bem...

Sua namorada?

Eu... – ele não sabia o que dizer para mantê-la ali, consigo. — Eu não acho que quero que ela seja mais a minha namorada.

E assim, deixou de procurar Kagome e pôs atenção plena na mulher em sua frente.

Talvez não tivesse amado Kagome tanto quanto pensava. Se tivesse, não a teria deixado ir tão facilmente. Mas aquela mulher... Ele passou o resto de sua viagem com ela. No final da semana, tinha certeza que nunca ficaria longe dela. Ela fez algo dentro de si despertar.

Kagome nunca o tinha feito sentir-se tão feliz como estava agora.

Inuyasha fechou a caixinha de veludo e virou-se quando ouviu a porta de seu quarto abrir. Ele rapidamente escondeu a caixa.

— Está indo vê-la? – uma voz feminina soou. Inuyasha assentiu.

— Eu tenho que acabar com isso antes que ela sofra mais.

A mulher fitou o chão. — Eu... Se eu não tivesse…

Inuyasha se se moveu em sua direção e segurou-lhe o rosto em ambas as mãos. — Ei, você não fez nada.

— Mas...

— Eu te amo.

— Eu também te amo. – ouviu-a fungar um pouco e socá-lo no ombro em tom de brincadeira. — Vai, não a faça esperar.

Inuyasha beijou-a suavemente nos lábios e virou-se para partir.

Depois que falasse com Kagome, iria pedir a mulher que realmente amava com todo seu coração para se casar consigo. Ele tinha certeza de que era isso que queria e não via nenhuma razão para esperar.

Sentia muito por Kagome. Isso não seria justo com ela.

Oo oO

Sesshoumaru nunca odiara seu pai tanto quanto neste momento.

Ele sempre o julgou por ter se casado com uma humana. Detestara quando seu meio-irmão nasceu. Mas agora, agora ele simplesmente o odiava.

Seu ódio apenas intensificou-se pelo fato de que realmente não poderia odiá-lo.

Não hoje. Nem nunca.

Era tão injusto.

. . .

Virou-se, enviando uma carranca horrível ao advogado a sua frente. Se não podia ter raiva de seu pai agora, ao menos poderia descontar nesse homem estúpido.

Sesshoumaru caminhou ate sua mesa e sentou-se.

— Sente-se. – comandou ao advogado. Ele vacilou inicialmente, mas rapidamente fez o que lhe fora dito.

Houve um longo silêncio no qual Sesshoumaru refletia sobre o que acabara de ouvir. Depois de decidir que era de mais para processar tudo de uma vez, ordenou que o advogado repetisse o que lhe havia dito.

— Re... re ... Repetir, milorde? – foi a sua resposta inteligente.

— Não fui suficientemente claro? – Sesshoumaru arqueou uma sobrancelha. Ele não estava no clima para isso.

— Sim, sim, claro. – limpou a garganta e levantou um papel.

— C-com este documento... – começou. — Eu, Inu Taisho, gozando de perfeitas faculdades mentais, deixo em testamento a minha fortuna, igualmente partilhada entre meus dois filhos, Sesshoumaru e Inuyasha.

Sesshoumaru grunhiu e o advogado fitou-o nervosamente, desviando rapidamente a atenção do papel. Sesshoumaru deu-lhe um sinal para continuar.

— Minhas empresas vão passar a ambos, Sesshoumaru e Inuyasha. Minhas casas...

— Eu já sei o que será meu e o que será do meu meio-irmão. – Sesshoumaru interrompeu, irritado. — Quero que me diga as condições.

— Sim, sim, claro.

— Para meus filhos tomar posse de sua herança, terão que trabalhar juntos e... – o advogado lançou um olhar assustado na direção de Sesshoumaru. — Terão que se casar com uma humana. Se não seguirem os meus últimos desejos contidos nesse Testamento, sua parte da herança irá para o outro irmão. Se nenhum deles seguir minhas condições, o dinheiro será entregue ao governo.

Houve silêncio por um longo tempo, no qual Sesshoumaru manteve uma expressão vazia e o advogado teve de alargar o nó da gravata em seu pescoço.

— Existe alguma maneira de contornar estas... Condições? – Sesshoumaru disse a última palavra como se fosse uma maldição.

— Não, senhor. Se não segui-las, perderá tudo e sua fortuna irá para o seu irmão.

— Mmm.

— Senhor, se me permite, acredito que...

— Eu não permito. – cortou-o. — Quanto tempo tenho para seguir os desejos de meu pai? – enviou uma carranca ao advogado; o outro parecia menor, cada vez menor.

— Tem uma semana para encontrar uma noiva e depois, um mês para se casar com ela.

— Um mês.

— Sim, um mês.

— Não repita o que eu digo.

E com isso, Sesshoumaru se levantou e calmamente deixou a sala.

Sua expressão mostrou tanta emoção quanto uma folha de papel em branco. O único sinal de que estava irado para além da imaginação, era o sangue escorrendo de seu punho cerrado. Suas garras haviam cavado-lhe a pele durante toda essa conversa irritante. Fitou a palma da mão e seus ferimentos curando-se rapidamente.

Ele realmente odiava seu pai. Odiava-o ainda mais por morrer antes dele ter a oportunidade de dizer-lhe exatamente o que pensava desse seu Testamento.

Dentro da sala, o advogado deixou escapar um suspiro de alívio. Realmente, youkais podiam ser muito imprevisíveis, especialmente os Inu-Taisho.

...

Ela não podia respirar, não podia falar, não podia pensar e algo estava muito errado aqui, porque o que acabara de ouvir não podia ser verdade. Simplesmente não ouvira direito.

— O quê? – perguntou, fitando-o em surpresa. Achou que sua voz soara um pouco rouca. E ela queria tanto parecer segura...

— Você vai acabar me odiando. Mais cedo ou mais tarde. Simplesmente não vai gostar mais de mim e no final vamos acabar infelizes e você vai desejar nunca ter me conhecido. – ele disse o mais rápido quanto podia. De repente, achou que seu copo de vinho era algo simplesmente fascinante.

Ela sentiu algo dentro de si se partir, mas... Seu coração não iria, não podia, não entendia o que ele estava dizendo. Não poderia ser possível. Eles...

— O quê? – repetiu. Ele finalmente a fitou e ela sentiu como se tivesse perdido a batalha.

Ela estava linda. Seu cabelo brilhante e suave, lábios perfeitos, esperando para serem beijados. Suas bochechas levemente coradas e seus olhos... De um negro azulado tão intenso... Um tom que ele nunca tinha visto em seus olhos antes. No momento, esses mesmos olhos estavam repletos de surpresa e dor.

Ela era linda, de parar o coração.

Mas isso simplesmente não era o suficiente para ele.

E então a voz feminina quebrou sua trilha de pensamentos, suas palavras e quase o fez dizer que era tudo uma brincadeira.

— Eu pensei que você iria me pedir em casamento esta noite. – ela disse baixinho. Ela parecia tão pequena, tão sem esperança... Em seu coração, ele sabia que essa era a melhor escolha. A única escolha.

— Eu ia, mas... Uma coisa... – se ele mentisse para ela? — Algo ficou no caminho. - descobriu que não podia lhe dizer a verdade, não aqui, não assim, não agora.

E então ela finalmente o fitou e ele jurou que viu o fogo em seus olhos.

— Eu quero a verdade. – disse-lhe com firmeza e ele ficou sem fala por um tempo.

Ela queria que ele a risse e lhe dissesse que estava apenas brincando. Estava esperando o momento em que ele iria por a mão no bolso e retirar uma pequena caixa de veludo. Ele iria ficar de joelhos e ela iria rir e dizer-lhe o que ele era um idiota. Claro que, quando fizesse a pergunta, ela diria que sim, porque nunca poderia dizer não para ele.

Mas ele só ficou lá, na sua frente, com a boca ligeiramente aberta e seus olhos brilhando em plena culpa. Ele finalmente a fitou nos olhos e ela ofegou em surpresa.

"Oh Deus, Oh, Deus, Oh Deus!", pensou. Isso não era real. Isso não estava acontecendo. Isso não poderia ser possível. Sentia como se fosse levantar e dizer 'Ok, você me pegou. Onde estão as câmeras escondidas?' Mas ela sabia que isso não iria acontecer. Isso não poderia acontecer, porque a vida nunca era fácil e os olhos de Inuyasha nunca mentiam. Seu corpo, ações e sua boca poderiam mentir, mas nunca seus olhos. E foi exatamente nessas esferas douradas que pareciam conter a luz do sol que ela descobriu a verdade.

Ele a estava deixando.

Seus olhos não possuíam o brilho que geralmente tinham quando ele a fitava.

Não havia brilho, nenhum brilho, nenhum brilho...

— Kagome... – disse e sua voz não tinha o tom carinhoso que costumava ter quando dizia seu nome.

Ela o estava perdendo.

— Inuyasha. – disse, só porque não poderia lidar com o silêncio agora.

Ele sabia que estava partindo seu coração, mas tinha que fazê-lo. Se não o fizesse, seria muito mais difícil e ele não queria lhe causar mais dor. Ele nunca quis causar-lhe tanta dor.

Mas causou.

E agora ela estava sofrendo.

E isso era para o seu bem.

— Talvez devêssemos discutir isso em outro lugar? – ele não queria que o mundo visse sua queda.

— Não. – disse com firmeza. Inuyasha suspirou. — Por que está me deixando?

A pergunta o fez congelar. Como poderia lhe dizer a verdade? Como poderia abrandar o fato? Ele soltou um pequeno gemido.

O coração de Kagome ficou menor e menor, e o terror se espalhou por seu corpo.

Sua mente continuava girando com milhares de perguntas se formando.

Por que ele estava terminando com ela?

Havia outra pessoa?

Será que ele não a amava?

Será que algum dia a amou?

— Por favor... – ela implorou e Inuyasha finalmente abriu a boca.

As palavras simplesmente não saiam. Havia apenas o silêncio, então Inuyasha e Kagome descobriram que nunca haviam se sentido tão afastados um do outro que agora.

— Eu... – ele começou, mas as palavras ficaram presas em sua garganta.

E então Kagome decidiu que estava cansada de esperar. Ela queria e precisava, e isso não era justo. Ela faria qualquer coisa, tudo, para ficar ao seu lado. Ela o amou e o adorou e precisava dele. Não iria deixá-lo ir.

— Eu faria qualquer coisa...

— Não.

—… Pra ficar ao seu lado...

— Pare.

—… E nunca mais nos separar...

— Não diga isso.

Isso só vai quebrar ainda mais seu coração...

— Eu te amo.

É tarde demais.

— Kagome...

Antes que ele pudesse dizer qualquer coisa, ela se levantou, caminhou ao redor da mesa e tomou os lábios de Inuyasha nos seus. Esqueceu-se de estar em um restaurante elegante e que deveria se comportar. Ela só queria que Inuyasha a beijasse de volta. Ela queria que ele lembrasse o quanto a amava. Porque ele a amou. Disse isso inúmeras vezes. E ele ainda a amava, então o que mais poderia ficar entre o seu amor?

E então Inuyasha aprofundou o beijo e esmagou Kagome com apenas uma palavra.

— Kikyou. – suspirou contra a boca feminina e então olhos negro-azulados arregalaram.

Âmbar nublado encontrou azulados quebrantados e Inuyasha imediatamente viu seu erro.

Kagome sentiu tudo ao redor voltar lentamente a seus sentidos, a mesa em que estavam e algumas pessoas os fitando. Viu o garçom fazendo seu caminho à mesa e, acima de tudo, viu Inuyasha. Ou melhor, ouviu o que ele havia dito.

Ela o tinha perdido.

Sem dizer sequer outra palavra ou olhar para ele, Kagome pegou sua bolsa e caminhou com tanta dignidade quanto podia reunir em direção a porta de saída do restaurante. Abriu a porta dupla e saiu. E fora abraçada pelo vento frio de novembro.

Cerca de três quarteirões do restaurante, começou a correr.

Sequer se permitiu derramar uma lágrima.

. . .

. . .

.


Notas finais: Galerinha, conheco algumas das senhoritas (de postagens "pingadinhas" de Inukag que fiz no ano passado, ne ;). Bom, terei o maior prazer de reencontra-las por aqui, tal como conhecer novas leitoras de SessKag tambem :) Eu costumo me dar super bem com minhas leitoras Naruto, pretendo fazer o mesmo com as "Inu" ;D

Algumas considerações importantes:

- Minhas Traducoes sao sempre livres;

- A traducao desse texto foi autorizada pela autora, bonitona e muito querida "Eternal Fire" (and for that, my super-hiper-mega special thanks :),

- As postagens (provavelmente) serão feitas mensalmente;

- Estou "sem acentos/cedilha/etc" no meu notebook. O que significa que muitas coisas podem "parecer estranhas" por ai. Relevem, ok ;D

- Considero "Twisted Hearts" uma das melhores producoes em lingua inlgesa para o casal SessKag. Muito bonita, coerente e, sempre que possivel, fiel as personas criadas por Rumiko Takahashi. Por isso, resolvi realizar uma vontade (muito antiga) de traze-la para os leitores brasileiros ;D

- Eu nao lido bem coisa duas coisas: Flames e Plagio. (enquanto estivermos livre de ambos, tudo ficara super bem ;)

Notem que considerações/criticas/reclamcoes/afins, quando feitos de forma construtiva, sao sempre algo muito bem-vindo.

Quanto ao plagio: repudio. Denuncio. Sem do. Mesmo. (espero que nao aconteça - novamente - comigo, nem com nenhuma das senhoritas).

- No mais, meu desejo e que nos demos muito bem :D Que curtam "Twisted Hearts" e que a 'abracem' de todo o kokuro.

. . .

Meu "domo arigatou" por lerem,

reviews sao sempre muito apreciados,

nos vemos no proximo cpt,

Bitos a todas ;)

Hime ;D