CHOCOLATE BROWN AND LEATHER WHIPS

Disclaimer: A história pertence a Krazyk85, Twilight e os personagens a Stephenie Meyer, e a mim somente a tradução.

Sinopse: O mulherengo, Edward Cullen, muda para sempre quando ele conhece Bella Swan. Quando ela o ignora incansavelmente, ele descobre uma maneira possível de conseguir sua atenção. Ele pode ser o sub que esta Dominadora vai querer manter? - EPDV


Capítulo 3 - Despertando a vida

(Traduzido por Mili YLJJ)

A primeira vez que eu me masturbei foi quando eu tinha doze anos, bem, talvez eu tivesse onze anos. Eu tropecei em um dos anúncios da Victoria Secret´s que minha mãe tinha recebido no e-mail. Foi a primeira vez que eu via uma mulher seminua assim, e puta merda, eu quase quebrei um botão da minha calça. Não havia nada como ver Heidi Klum em um pequeno sutiã e calcinha quase nua. Quer dizer, eu devo ter tentado arrancar meu pau por cinco horas seguidas naquele dia.

Foi um bom dia...

A primeira vez que fiz sexo foi quando eu tinha quatorze anos, na verdade, depois de desgastar um catálogo de outono da Victoria da minha mãe... foi quando Kate Sinclair me encontrou – fodida Kate Sinclair. Ela era minha vizinha, dois anos mais velha que eu, o que significava que ela estava experimentado. Tinha os cabelos loiros dourados e compridos, olhos azuis cristal, ela era uma absoluta deusa, e efetivamente estabeleceu a minha propensão por loiras. Infelizmente, a primeira vez que fiz sexo com ela eu fui... horrível, simplesmente lamentável, todo o evento acabou antes que eu tivesse percebido. Foram literalmente duas bombadas do meu pau e eu soltei a minha carga dentro dela.

Foi um grande dia de merda ...

Foram essas duas experiências combinadas que me solidificaram como um homem, e eu descobri que eu nunca me masturbaria novamente. Nós namoramos por cerca de três meses e eu pensava que eu a amava. Bem, isso foi antes dela, porra, pisar no meu coração e começar a namorar alguns seniors da nossa escola. Depois disso, eu não fui mais o mesmo Edward tímido que eu tinha sido uma vez, de repente eu estava muito irritado e extremamente arrogante, mas as meninas da minha escola engoliam essa merda e efetivamente criavam uma vida pra mim onde se eu quisesse sexo, eu tinha. A coisa mais louca é que quanto mais elas me proporcionavam isso mais eu era um maldito idiota com elas. Talvez essa fosse a minha desgraça, e pelos últimos dez anos, eu não tive que puxar meu pau por qualquer motivo, e eu não voltaria a fazer isso.

Então, foi um pouco confuso pra mim quando eu acordei e me encontrei acariciando meu pau implacavelmente. No momento em que eu estava totalmente acordado, e, consciente da situação, eu já estava gozando em cima de mim.

Caramba.

Meu pau instantaneamente ficou mole na minha mão e eu gemi em desagrado. A merda era nojenta. Se havia uma coisa que eu odiava, era gozar em cima de mim. O orgasmo não valia nem mesmo a pena comparado a bagunça que eu tinha que limpar agora eu me xinguei várias vezes sob a minha respiração.

Que maneira de começar o dia, caralho.

Saindo da minha cama, eu fui até o meu cesto, tirei uma camisa suja. Limpando a merda no meu estômago, eu olhei em volta do meu quarto e vi que já eram duas da tarde. Eu não podia acreditar que eu tinha dormido a merda do dia inteiro, mas a dor de cabeça que estava pulsando e pulsando atrás das minhas pálpebras me disseram que a minha bunda estúpida estava de ressaca. Não é que eu estivesse ficado surpreso. Toda a minha meta da noite passada era ficar perdido e foder uma garota aleatória. Não havia muito, o que eu podia me lembrar da noite passada. A última coisa que eu me lembrava, era de jogar copos com Emmett, e eu sabia muito bem que eu estava me preparando para o desastre. Eu acho que ele estava certo por volta do quarto copo e eu por volta do meu sexto tiro, mas as coisas ficaram um pouco nebulosas pra mim. Porra, eu realmente odiava quando eu bebia tanto que eu sofria com os apagões. Não havia como dizer o que eu fiz, e, eu só podia rezar para que não fosse nada muito estúpido.

No entanto, as chances eram raramente há meu favor.

Fazendo meu caminho para o banheiro principal, tive um vislumbre da minha imagem refletida. Jesus, eu parecia o inferno. Meu cabelo castanho-avermelhado estava plano na minha cabeça no formato de onde eu dormi sobre ele. Havia círculos escuros sob meus olhos, indicando que eu não tinha tido uma noite de sono decente há tempos. É claro, havia o inchaço normal de uma noite de uma forte balada, mas isso não era a minha principal preocupação. O que me incomodava era o corte em meu lábio.

De onde foi que veio essa merda?

A probabilidade de que eu tinha feito algo estúpido na noite passada era maior do que nunca, agora. Me inclinei mais perto para examinar meu rosto. Parecia que a fenda no meu lábio inferior era a minha única ferida de guerra, e eu achei que o que aconteceu ontem à noite não era algo tão mau quanto eu pensava inicialmente. Reuni a minha escova de dente e o creme dental, entrei na banheira, liguei o chuveiro e deixei o fluxo de água quente cair sobre meus músculos tensos. Enquanto eu estava lá sob o spray eu comecei a me perguntar por que eu tinha sido um asno comigo esta manhã. Por muitas vezes eu tinha acordado com uma ereção matinal, mas isso nunca resultava em eu mesmo me tocando, isso caia por conta própria depois que eu me levantava e seguia em frente. Não conseguia me lembrar de todos os sonhos sexuais vívidos que suscitaria em tal reação, também. Tentei me lembrar se eu tive sexo na noite passada. O fato de que eu acordei nu não fazia nada para solucionar o mistério porque eu sempre dormia nu. A única coisa que apontava para a conclusão de que eu não fiz sexo a noite passada era o fato de que eu acordei sozinho. Normalmente, depois de uma boa trepada, eu pulava fora e raramente tinha a oportunidade de dizer para a garota para sair. Quer dizer, eu era mesmo um idiota do caralho, mas eu tinha um coração... na ocasião. A não ser, que eu disse para a garota cair fora e foi assim que eu consegui o meu lábio arrebentado.

O que fodidamente aconteceu?

A água estava começando a ficar fria, eu notei que eu tinha fodidamente ficado paralisado de pé lá, e em nenhum momento durante todo esse tempo eu tentei me lavar. Era difícil dizer por quanto tempo eu estive no chuveiro, mas acredito que por algum tempo, porque mesmo quando eu tomei banhos de vinte minutos, eu nunca fiquei sem água quente.

Depois de me lavar e escovar os dentes na velocidade da luz, eu desliguei a água e sai. Agarrando uma das minhas exuberantes toalhas de algodão egípcio, enrolei-a em torno da minha cintura. Me olhando no espelho quando eu estava saindo do banheiro, eu percebi que eu não parecia tão fodido. Minha pele parecia um pouco fresca, meus olhos ainda estavam avermelhados, e meu lábio partido era pouco perceptível. Era óbvio para qualquer um que me visse que eu estava de ressaca, mas pelo menos eu não parecia como os mortos vivos mais. Minha dor de cabeça aumentou de intensidade conforme eu sai do banheiro do meu quarto. Eu precisava encontrar uma aspirina para aliviar a dor e eu precisava dessa merda há duas horas atrás.

Procurando no meu armário de remédios, e nas minhas gavetas no meu quarto, eu percebi que a minha fonte estava na despensa da cozinha. Deixando meu quarto, ainda vestindo apenas uma minha toalha, eu fui para a cozinha, onde eu sabia que eu mantinha meus medicamentos e analgésicos. No momento em que entrei na sala de jantar, eu vi a parte de trás de uma silhueta feminina na mesa da sala de jantar. Eu congelei instantaneamente. Do meu ponto de vista, tudo o que eu podia ver era o seu cabelo loiro, definitivamente o meu tipo. O fato de que eu não estava sozinho tinha me assustado. Enquanto eu estava olhando para a mulher, eu tive um momento difícil descobrir quem ela era.

Não se parecia com Jessica ou Lauren ...

A probabilidade dessa mulher ter passado a noite comigo era muito provável, mas o que foi falado, eu ainda não conseguia me lembrar com certeza. Eu deixei minha toalha cair um pouco nos meus quadris conforme eu fiz a minha aproximação silenciosa. No momento em que eu dei um passo para perto da loira desconhecida, o piso rangeu, e ela se virou rapidamente em seu assento. O belo rosto da mulher foi alterado para repulsa, e havia apenas uma pessoa que me olharia assim...

Rosalie.

Eu suspirei com uma mistura de alívio e aborrecimento, "Oh, graças a Deus é você."

"Quem você estava esperando, Romeo, uma das suas vadias de uma noite?" Rosalie perguntou enquanto ela revirava os olhos. "É tão nojento."

"Na verdade, você não está muito longe", eu admiti conforme eu passava por ela e entrava na cozinha.

"Como uma vagabunda", eu ouvi Rosalie dizer baixinho.

Normalmente, eu teria dito alguma coisa pra ela, mas eu estava chocado quando entrei na minha cozinha. Era uma bagunça maldita de deus. Os armários e todos os seus conteúdos estavam colocados em cima dos balcões, garrafas de cerveja vazias transbordavam da lata de lixo, e alimentos foram apenas deixados pra fora esparramados - porra tudo estava arruinado.

"Idiotas", resmunguei quando abri a despensa e peguei um Tylenol.

Jogando dois comprimidos na minha boca, eu abri a porta da minha geladeira e peguei uma garrafa de água. O líquido claro era tão refrescante e isso me fez perceber o quanto eu realmente estava desidratado. Tomando mais uma olhada ao redor da minha pobre cozinha, eu decidi que eu não começaria a limpá-la. Foda-se, eu provavelmente iria contratar uma empregada para o próximo dia ou alguma merda dessas.

Saindo da cozinha, fui direto para o meu quarto para me vestir. Colocando alguma bermuda de ginástica aleatória e uma camiseta, eu joguei a toalha sem rumo. Voltando para a sala de jantar, vi que Rosalie ainda não tinha se movido, então eu decidi me sentar em uma cadeira de frente pra ela enquanto ela mandava uma mensagem furiosamente por seu celular. Observando-a com curiosidade, eu notei que ela estava vestindo uma camiseta do Em. Ela batia abaixo dos seus joelhos, que estavam nus, e eu deduzi que ela nem mesmo vestiu as calcinhas quando ela se levantou esta tarde. Meus olhos deslizaram sobre suas pernas tonificadas rapidamente antes de me conter. Ocorreu-me que eu estava verificando a namorada do meu melhor amigo, e eu rapidamente tentei desviar a atenção para longe do meu flagrante, olhar.

"Onde está o Em?" Eu perguntei.

"Ele está no chuveiro", ela respondeu sem rodeios, sem nunca tirar os olhos do seu telefone.

Eu concordei e tomei um gole da minha água. O silêncio aumentou entre nós e eu notei isso. Nunca houve um momento em nosso convívio onde ela tivesse algo de bom pra dizer. Parecia que a minha presença a incomodava muito, eu achava isso engraçado. Ela estava namorando o meu melhor amigo, ele era como um irmão pra mim, eu sempre estaria na sua vida, e ela precisava aceitar esse fato, eu não queria ter que fazer cumprir a lei entre irmãos.

Ela mal me conhecia e já estava fazendo julgamentos sobre mim com base na minha vida sexual. Na vez que ela me disse que eu era um misógino*: Onde eu não tinha respeito pelas mulheres e eu só estava nisso por mim. Eu podia admitir que estava lá naquele momento só por mim, mas eu nunca bati em uma mulher na minha vida, e as garotas que dormiam comigo sabia como eu era. Eu nunca em nenhuma vez tive que me forçar em uma garota - e vir dizer que eu odiava as mulheres... Eu caralho amava asmulheres.

*Misógino: Homem que tem horror às mulheres ou às relações sexuais normais.

"Ei, mano," Emmett explodiu quando entrou na sala.

Ele deu um beijo nos lábios de Rosalie e eu desviei meus olhos para longe deles. Eles poderiam ser muito nojentos com esta merda de momento amorzinho deles. Eu raramente queria ficar perto deles depois de uma refeição, porque eu temia vomitar tudo. Uma vez que a fumaça amorosa se dissipou, Emmett caiu na cadeira ao meu lado. Ele parecia fodidamente muito melhor do que eu estava, e eu me perguntei se só eu tinha enfrentado a merda ontem à noite.

Tudo ficou quieto por um momento antes de Emmett irromper em um ataque de riso, balançando a cabeça.

"O que?" Perguntei confuso.

"O homem, a merda que você fez na noite passada... Eu quero dizer, porra. Conta pra ele, Baby," Emmett riu, esmagando o braço de Rosalie para conseguir atrair sua atenção.

Ela olhou entediada por cima do seu Blackberry, e revirou os olhos, "Você é um idiota."

"Nããão, ela não está contando isso direito", Emmett fez beicinho.

"Eu devo querer saber algo sobre isso?" Eu gemi conforme eu coloquei minha cabeça latejante em minhas mãos.

"Não sei. Vamos ver", Emmett disse entusiasmado.

Eu dei uma espiada entre minhas mãos e vi que Rosalie estava sorrindo para Emmett enquanto ele esfregava as mãos em antecipação. Esta sempre era a sua coisa favorita de fazer. Sempre que eu ficava bêbado e desmaiava, Emmett contava as minhas idiotices. Havia uma razão para eu esquecer tudo e eu dizia a mim mesmo que era porque eu não queria fodidamente me lembrar.

"Ok, vamos ouvir isso", insisti, ou cedi... neste momento eu não sabia qual tinha vencido.

"Tudo bem, então vamos ver. Tudo começou depois de Jazz ter cortado a sua bebida e te dizer para se manter sóbrio. Ha! Eu lhe disse que você iria acabar encontrando mais bebidas alcoólicas, mas em vez disso você acabou encontrando uma das suas vadi... hum, amigas, " Emmett se corrigiu. "Bem, então você a levou para o seu covil."

"O que... meu covil? Que porra. Quem tem um covil?" Perguntei confuso e estranhamente divertido com a sua escolha de palavras.

"Relaxe, Edward. Ele está apenas lendo através do seu papel higiênico de novo", Rosalie riu.

"Que figurativo. Eu sei que ele não pode jogar as palavras em apenas um tiro no ar", repliquei.

Ele olhou para nós enquanto nós abertamente zombávamos do seu traseiro. Ele era um bom esportista algumas vezes, mas ele detestava ser encurralado. Era o número que o incomodava e ele se sentiu acuado.

Eu suspirei, "Nós estamos brincando com você, Em. Pare de ser viadinho e termine a sua história."

Ele me olhou com ceticismo e de volta para Rosalie, que tinha um olhar de desculpas em seu rosto, antes de continuar. Ele era um perdoador. Ele me lembrava um animal de estimação, um cão grande desajeitado, que era torturado, e esquecia disso dez segundos depois.

"Como eu estava dizendo, imbecil, você pegou sua vadia, " Emmett enunciou a palavra e eu sorri. Touché, Em, touché, "e voltou para o seu quarto nós achávamos que você ficaria lá por toda a noite. Dez minutos depois, a menina saiu como uma tempestade do seu quarto reajustando a calcinha, e maldição como você é um babaca do caralho. Essa parte da noite não foi chocante, porque se eu recebesse metade de um quarto para cada vez que uma menina dissesse alguma coisa assim sobre você, eu estaria bilionário", ele fez uma pausa enquanto olhava para Rosalie. Ambos sorriram enquanto eles começaram a cantar simultaneamente, "Eu quero ser um maldito bilionário!"

"Parem, por favor,", eu implorei beliscando a ponte do meu nariz.

Os dois riram histericamente com a merda que eles estavam fazendo como se isso fosse engraçado. Ambos estavam surdos e eu estava em pura agonia. Emmett me deu um tapinha no ombro forte e quase me jogou da cadeira. Eu dei a eles um olhar frio, porque ele era um burro e a minha dor de cabeça estava começando a voltar.

"De qualquer forma," Emmett explodiu enquanto ele continuava com a sua história, "Todos nós pensamos que o pior já tinha passado...", ele fez uma pausa com um grande sorriso tomando residência fixa em seu rosto. "Oh, não... O melhor ainda estava por vir, porque cerca de uma hora depois, você saiu do seu quarto..." Oh, Deus, "Peladão!"

"Peladão?" Exclamei.

"Sim! E ostentando uma enorme ereção", ele disse quando ele levantou seu dedo mindinho para mim sugestivamente.

"Eu saí do meu quarto nu e com a porra de um pau duro?" Eu perguntei incrédulo.

Emmett assentiu enquanto Rosalie parecia que ela ia vomitar. Apertei os olhos pra ela, claramente ofendido. Ela tinha um olhar de desgosto em seu rosto e eu sabia que ela estava exagerando a merda por Em. Minha merda não era tão repugnante quanto ela estava fazendo parecer.

"Oh, sim, mano, foi muito fodidamente épico. Estávamos todos muito atordoados no início, porque você parecia que não se removeria do seu aparecimento em total nudez para sempre, e algumas das ladies estavam curtindo o show da salsicha. Mas eu e Jazz não queríamos que você fizesse qualquer coisa que você se arrependeria mais tarde, então nós tentamos levá-lo de volta para o seu quarto, porque você é nosso irmão, levaríamos você de volta, não importa como" ele disse enquanto ele levantava a mão para batê-la em mim.

"Obrigado, cara", eu disse agradecido conforme eu batia meu punho com o seu. "Então, foi isso? Tudo que eu fiz foi irritar alguns e exibir um Monty* grande?"

*Monty: Um homem com um excepcionalmente grande pênis. Como uma Monty Python, portanto, ter uma cobra como genitália masculina.

"Ha!" Emmett bufou. "Esse é o seu desejo!"

Foda-se!

Rosalie completamente se divertiu enquanto observava o drenar da cor do meu rosto. Ficar nu na frente de estranhos não era um grande negócio pra mim. Na verdade, muitas vezes eu fui apontado com diversão por isso. E isso era lamentável, mas o que me deixava mais preocupado ainda era a minha boca. Era a única coisa que metia a minha bunda em problemas, e a forma como Em e Rose estavam me olhando - fodeu! Eu sabia que tinha alguma coisa picante, chantagem, extorsão e possivelmente algo digno de merda contra mim.

"O que eu fiz?" Eu perguntei cautelosamente.

"Bem, você lutou conosco quando colocamos nossos braços a sua volta e foi assim que seu lábio ficou preso. Tipo seu rosto foi conectado ao meu cotovelo", ele disse timidamente. "Por todo tempo que tentei contê-lo, você continuou gritando algo sobre olhos castanhos".

Minha testa franziu em confusão... olhos castanhos?

Rosalie se inclinou sobre a mesa com um sorriso diabólico, "Eu acho que a minha parte favorita foi quando você apontou para a porta e gritou:"Essa cadela não tem os olhos cor de chocolate que eu desejo!Ela não se pode comparar com a mulher dos meus sonhos", o que diabos foi isso? Quem é esta mulher dos seus sonhos? "

Meu coração parou quando os eventos da noite passada vieram à tona pra mim de repente. Depois que eu chutei Jessica pra fora do meu quarto, eu desmaiei na minha cama. Eu esperava que quando eu fechasse meus olhos eu não sonhasse com ela, mas eu fodidamente sonhei. O sonho veio tão vívido pra mim agora. Era como se eu pudesse sentir tudo os meus dedos agarrando seu cabelo, puxando-o enquanto eu comia sua doce bunda por trás. Minha misteriosa garota gemia meu nome conforme eu entrava nela forte.

Foda-se!

O sonho era real demais. Eu tive que me distrair antes de eu apresentar uma gritante ereção e ter que correr para o meu quarto para cuidar dela. Esse tinha sido o meu problema na noite passada. Era o meu pau duro e minha frustração que me levou até a sala de estar, porque eu estava chateado com Emmett. Ele fez isso pra mim. Ele me fodeu quando ele a apontou no meio da multidão. Minha vida seria muito menos complicada sem ela nela.

"Não me lembro", eu murmurei.

"De qualquer forma, você parecia muito chateado comigo por alguma razão, me dizendo que a culpa era inteiramente minha", Emmett disse, ecoando meus pensamentos. "Finalmente, o colocamos de volta no seu quarto e você apenas desmaiou. Foi a mais estranha merda que você já fez até agora."

"Deus", eu gemi.

"Por falar nisso, o que você fez para a garota para irritá-la tanto?" Emmett perguntou curiosamente.

Eu fiz uma careta. Já era muito dizer isso quem dirá acrescentar o quanto eu ainda fodi ainda mais isso. Felizmente, eu me lembrei da merda toda 'Eu estava perdido', mas eu realmente não queria entrar nisso com ele ou com a sua mulher nesse assunto.

"Eu não sei", eu murmurei.

"Bem, mano, como eu disse, você precisa jogar fora o material desagradável," Emmett disse todo paternal.

Eu menti e me senti mal. As travessuras da noite passada estavam piscando diante de mim em um ritmo rápido. Por todo o tempo em que eu estive tocando Jessica, eu estive fantasiando sobre outra mulher que eu nem conhecia. Isso era só o começo. Era estranho isso pra mim porque eu era mais do tipo de Amor-você- esta-com-esse tipo de cara. Nada disso fazia sentido pra mim e eu só queria me deitar. Me levantando da mesa, pedi licença e fui direto para o meu quarto. Uma vez lá dentro, fechei a porta atrás de mim e olhei em volta do meu quarto. Era o mesmo que eu tinha deixado, e eu não sei porque eu senti que ele deveria estar diferente... talvez eu estava diferente .

Deus, eu sou a porra de um fodido!

Atirando-me na minha cama, eu coloquei um travesseiro sobre a minha cabeça, e gritei. O travesseiro abafou o som da minha frustração e eu sabia que Emmett e Rosalie não seriam capazes de me ouvir. Que diabos havia de errado comigo? Por que eu estava agindo como um viadinho? Eu tinha as mulheres entrando em fila atrás de mim a esquerda e a direita... Por que eu desejava esta com uma específica? O que me cativou assim? Já tinha se passado uma semana! Eu nem sequer lamentei por Kate por tanto tempo assim.

Tinha de haver uma razão...

Tinha que ser, porque eu não podia tê-la e ela colocou um imprevisto desafio em mim. Isso foi um agravante para mim por não haver nenhuma forma de encontrá-la. Sempre haveria esse desejo por ela que eu nunca poderei apagar? Isso me irritou o fato dela invadir meus sonhos. Já era ruim o suficiente para que ela tivesse dominado a minha vida em vigília. Ela não era a garota típica por quem eu me interessava, também. Ela tinha o cabelo castanho que eu geralmente negligenciava, e do que eu podia falar daquele dia na cafeteria, ela tinha peitos reais. Ok, então talvez isso não fosse um pré-requisito pra mim, na verdade, eu realmente gosto de peitos reais. Eles eram muito mais suaves e macios.

Esta garota dos sonhos tinha um belo par.

"Foda-se", eu assobiei.

Eu me virei sobre minhas costas e agarrei meu pau. Apenas os simples pensamentos causaram o meu endurecimento não mais ignorando o monstro que não ia ir embora. Pela segunda vez naquele dia eu comecei a acariciar meu pau enquanto minha mente começou a invocar imagens da garota da cafeteria. Os olhos castanhos, os seios perfeitos, e o creme marfim da sua pele – com o extraordinário, arredondado traseiro que ficaria em um avermelhado brilhante conforme eu batia nele e profundamente ficaria em uma cor cereja brilhante.

Minha respiração tornou-se mais difícil, enquanto eu fazia meus golpes mais rápido e as visões se tornaram mais clara. Meus olhos reverteram em minha cabeça enquanto eu me lembrava do sonho com clareza. Eu imaginei minhas mãos ásperas passando por cima das costas até eu agarrar seus quadris pequenos com força, batendo nela com força, tanto quanto eu podia. Os gemidos que minhas ações provocaram nela fizeram meu pau se contrair.

Ela estava tão fodidamente bonita. Ela me olhou por cima do ombro, secretos olhos castanhos perfuraram os meus, o roliço lábio inferior sugado entre os dentes... fodasse! O sonho que eu tive me proporcionou material suficiente para colocar no banco de palmada para perdurar um par de mais dessas sessões. Não demorou muito tempo, e antes que eu percebesse, eu estava gozando por todo o meu estômago novamente. A camiseta que eu tinha vestido serviu como uma barreira e eu não tive a substância pegajosa sobre a minha pele.

Cara, como é que as garotas engolem essa merda?

Assim que eu terminei com meu pênis flácido, tirei minha camiseta, limpando as mãos com ela. A dor de cabeça tinha ido embora até então e conforme eu fechei meus olhos, eu sabia que eu iria vê-la novamente...

Mas desta vez eu acolhi... Eu precisava de mais material, de qualquer maneira.

Em cada noite de sábado eu vivia uma vida dupla. Quando eu dizia aos meus amigos que eu tinha algum encontro quente, o que eu realmente estava fazendo era ir até o YMCA* e dar uma aula de piano para crianças e jovens. Eu estava dando essas aulas e ensinando há cinco anos e agora eu estava apaixonado por isso. Foi um longo caminho, quando eu comecei, inicialmente, foi o caminho que a minha mãe me fez fazer por me punir por ficar preso por ter fumado na escola, ou era o que ela pensava. Na verdade, eu realmente fui pego fazendo sexo com uma garota e o diretor mentiu por mim. Por alguma razão, ele gostava de mim, e sabia que se minha mãe soubesse da verdade, ela teria provavelmente um aneurisma cerebral. O cara era um idiota, mas eu devia a ele por este dia, por ter feito essa merda.

*YMCA: Associação dos Jovens Cristãos (comumente conhecido como YMCA ou simplesmente Y ) é uma organização mundial com mais de 58 milhões de beneficiários de 125 associações nacionais. Foi fundada em 06 de junho de 1844 em Londres e tem como objetivo colocar os princípios cristãos prática através do desenvolvimento saudável "corpo, mente e espírito".

No entanto, isto ainda não fez do meu castigo ser algo menos brutal. Minha mãe disse que era uma maneira de me ensinar sobre a vida ou alguma merda assim, eu precisava fazer algo de bom para alguém uma vez e parar de pensar em mim o tempo todo. Tendo em conta que eu estava tocando piano desde que eu tinha sete anos, minha mãe descobriu que eu seria capaz de ensinar sobre isso, também. A primeira aula que eu tinha foi gasta comigo fazendo beicinho ao longo de toda a hora, enquanto as crianças me ignoravam justamente por isso.

Na época parecia que o serviço comunitário era como uma prisão, eu queria contar os minutos até ter permissão pra sair. Não foi até a terceira aula que eu entrei e encontrei uma menina de oito anos ao piano tocando chopsticks. Era terrível, mas sua ânsia me inspirou. Então, eu decidi ensinar a ela as teclas básicas, e no final da aula, estávamos tocando várias músicas juntos. Foi a partir daí que eu realmente comecei a ensinar essas crianças e o que descobri foi que eu realmente apreciava isso. Toda vez que completo a peça de Chopin, eu tenho essa sensação esmagadora de orgulho. Isso me deixou nas alturas por dias e eu era um drogado pedindo isso.

Por volta das seis da tarde, entrei no pequeno auditório e vi que meus alunos já estavam sobre suas partituras de música. Eles não tinham me notado ainda e eu usei essa oportunidade para ouvir os seus progressos. Eles estavam um pouco acelerados ainda, mas era muito longe de como estava há, três semanas atrás, quando eu os introduzi a música. Era uma peça difícil, de se aprender, mas minhas crianças tinham talento. Eu sabia que eles poderiam fazer isso.

"Boa noite, pessoal," eu os cumprimentei alto, jogando minha mochila em uma das cadeiras disponíveis.

Doze pares de olhos dispararam para mim quando me aproximei deles. Foi a minúscula Tina quem fez um caminho mais perto de mim, envolvendo os braços firmemente em torno da minha cintura. Tina ainda era a precoce garota de quando tinha oito anos.

Eu ri conforme eu envolvi um braço ao redor dela.

"Oi, Sr. Cullen", Tina disse alegremente. Ela se afastou e olhou pra mim. "Você teve uma boa semana? Eu pratiquei todos os dias. Você acha que nós vamos ser capazes de tocar no próximo sábado?"

"Uau, desacelere, Tina. Você está falando muito rápido de novo", eu disse divertido.

Tina sorriu respirando fundo para acalmar seu entusiasmo: "Eu disse à minha mãe que você disse que nós poderíamos tocar em breve, se nós praticássemos bastante e duramente."

Eu olhei para o resto da minha classe e vi que todos estavam de acordo com Tina. Parecia que minhas palavras tinham peso, e eu nunca menti para as minhas crianças, mas a realidade súbita da situação me deixou nervoso. Quando eu lhes tinha dito sobre tocarem no sábado passado, eu não mencionei em quanto tempo eles demorariam. Eu estava tentando inspirá-los a praticarem mais. Para conhecer a música que estavam tocando. Agora parecia que eu tinha feito uma promessa que eu não podia manter e eu sabia que ia ter que pedir um favor.

Foda-se, eu odiava dever para esse imbecil!

"Tudo bem, escutem classe", eu bati palmas alto e recebi toda a atenção deles. "Nós temos que praticar muito antes de tocar publicamente e eu quero que vocês façam isso gradativamente. Leva tempo, determinação e persistência para ficar bom o suficiente. Então, hoje nós estaremos conhecendo as peças de Chopin, Beethoven e Debussy, antes de se apresentarem para alguém. Está claro? "

Todos eles acenaram a cabeça e eu sorri.

"Tudo bem, então. Agora vamos começar", eu instruí.

A aula voou enquanto eu ouvia meus alunos tocarem em três pianos que a escola tinha emprestado. Era por volta das oito da noite, quando os pais vieram e pegaram seus filhos e, como todo sábado à noite, eu fiquei para trás e toquei para mim.

Eu ficava eufórico conforme meus dedos deslizavam sobre as teclas brancas lisas com facilidade, deixando a música fluir sem esforço. Tocar piano era o meu primeiro e único amor, isso tinha um jeito de me dominar. Fechei meus olhos enquanto eu tocava as melodias suaves de um trecho de Debussy, Clair de Lune. Ele era um dos favoritos da minha mãe. Ela sempre me dizia o quanto gostava da maneira como eu o tocava e isso me fazia feliz. Se havia uma coisa que eu podia fazer por ela... era isso.

Eu estava no meio da peça quando uma súbita sensação de que alguém estava me observando me fez parar de tocar. Colocando minhas mãos espalmadas sobre as teclas, eu me virei, olhando por cima do ombro para a porta, e lá no fundo do auditório, havia uma figura. Meus olhos tentaram se concentrar, mas estava escuro onde a pessoa estava. Não foi até que a porta se abriu para alguém sair que a luz do corredor iluminou e brilhou através da figura. Fiquei surpreso ao ver uma mulher, uma mulher delicada, e conforme eu foquei meu olhar na figura da mulher que estava imóvel na entrada, eu vi que ela estava olhando pra mim, também. Interessado, eu girei meu corpo todo e o giro fez ficarmos frente a frente. Vi o cabelo escuro da mulher caindo em cascata ao redor de seus pequenos ombros e vi algo muito familiar em seu rosto. Não foi até ela sorrir que eu soube quem era...

A garota da cafeteria.

Eu balancei a cabeça em descrença porque tinha que ser uma alucinação de merda. Por todo o tempo que eu estive procurando por ela, eu não podia acreditar que ela estava a menos de cinquenta metros de mim agora. Nós continuamos a olhar um para o outro, ambos espelhando uma e outra curiosidade.

Ela sabia quem eu era? Sem realmente ter qualquer ideia do que eu estava fazendo, eu inclinei minha cabeça para o lado e sorri. Foi a coisa mais elegante que já fiz para uma mulher e isto tinha sido para esta mulher o que estava se tornando um hábito pra mim.

"Oi", eu disse baixinho conforme eu levantei a minha mão e acenei.

Subindo lentamente em meus pés, eu dei um passo largo em direção a ela, e antes que eu fosse capaz de dar mais um passo em sua direção, ela desapareceu pela porta de entrada deixando a grande porta de metal se fechar ruidosamente atrás dela.

"Espere!" Eu gritei atrás dela.

Eu nem sequer pensei sobre o que eu estava fazendo quando eu corri pra fora do auditório. Parecia que eu nunca pensava claramente quando se tratava dela e se eu estivesse em um quadro mais estável mentalmente, eu pensaria que isso poderia ter me enfurecido, mas isso não aconteceu. Tudo o que eu estava focado no momento era em tocar nela. Ela finalmente estava ao meu alcance e eu tinha que tê-la.

Ainda não estava claro para mim o que eu iria fazer, uma vez que eu a tocasse. Não parecia provável que eu rasgaria suas roupas dela e transaria com ela até que eu estivesse totalmente saciado. Era tentador de fato, mas altamente duvidoso.

Empurrando aberta a pesada porta do auditório, olhei a esquerda e a direita descontroladamente, sem saber que direção ela poderia ter ido. Chutando a possibilidade, eu virei à direita, sabendo que por aqui me levaria para o estacionamento. Correndo pelo longo corredor, inalando grandes goles de ar, eu sentia como se minhas pernas fossem cair. Era uma sensação estranha, porque eu estava acostumado a correr pelo menos oito quilômetros, três vezes por semana, de modo que esta sensação de fadiga após 60 passos era estranha, mas eu não tinha tempo para pensar nisso.

Quando cheguei à porta que dava para o lado de fora, eu a empurrei aberta com um empurrão desesperado. Uma vez que o frio ar de Chicago entrou nos meus pulmões, eu abortei minha busca. O estacionamento estava praticamente vazio, e, minha misteriosa garota tinha desaparecido. A decepção que eu sentia era esmagadora.

Foda-se.

A vibração repentina do meu telefone assustou a merda pra fora de mim e eu quase pulei uma centena de metros no ar. O peguei no meu bolso, tirei o telefone pra fora e atendi sem nem mesmo verificar o identificador de chamadas. Neste ponto, eu não dava a mínima para quem poderia ser.

"Sim?" Eu ofeguei.

"Edward? Você está bem? Por que você está com dificuldade para respirar?" Minha mãe perguntou preocupada.

Caramba!Eu deveria ter verificado.

"Eu estou me exercitando," eu menti. "O que foi?"

"Eu liguei para ver se você pode me fazer um favor", ela disse bruscamente.

"Que tipo de favor?" Eu perguntei suspeitosamente conforme eu voltava para o auditório.

Favores da minha mãe geralmente me envolviam na reorganização de toda a minha vida. A última vez que eu prometi fazer um favor a ela, antes de saber o que era, eu tive que parar de fumar. Foi a merda mais fodida que eu já ouvi e eu estava tão bravo com ela por ter me enganando, mas eu aprendi com isso. Agora, antes de concordar com qualquer coisa eu tinha que saber o que era e, de preferência escritos em tinta.

"Aqui vai a coisa. Você se lembra daquele incidente com a babá e eu tive que deixá-la ir embora?" Minha mãe perguntou.

"Eu sei", eu respondi lentamente.

"Bem, eu tenho uma entrevista agendada na segunda-feira com uma nova babá e eu estava esperando que você pudesse ir pegar os gêmeos na escola e talvez levá-los para comer alguma coisa", ela afirmou pensativa.

"Você quer que eu pegue Anthony e Masen na escola é isso?" Perguntei um pouco em dúvida.

Parecia muito simples. Qual era o problema?

"E os leve para jantar... talvez você pudesse ficar com eles até de manhã e levá-los para a escola", ela disse culpada.

E lá estava isso...

Eu suspirei, "Mãe, eu tenho provas finais para estudar, não posso ficar cuidando de duas crianças de cinco anos por uma noite toda, a entrevista com a babá realmente vai levar a noite toda?"

"Você sabe, eu não lhe pediria isso se não fosse importante", ela disse inocentemente e eu zombei. "Edward Robert Cullen, eu quero dizer que a coisa sobre fumar foi para o seu benefício e em vinte anos você vai me agradecer. Agora, seu pai e eu gostaríamos de uma noite sozinhos e eu não acho que isso é pedir demais para você. Você vai fazer isso por mim ou não?"

Revirei os olhos e graças a Deus ela não podia me ver porque ela teria esbofeteado a merda para fora de mim por isso.

"Será que eu realmente tenho uma escolha?" Eu perguntei retoricamente.

"Você sempre tem uma escolha, querido", ela balbuciou. "Mas eu também tem a opção de parar de pagar o seu aluguel."

Eu ri: "Isso é extorsão".

"Talvez. Agora, certifique-se que você vai estar lá para buscá-los às três e meia em ponto. A professora vai te entregar a mochila para a noite e dentro haverá instruções para você. Muito obrigada, querido. Tchau," minha mãe disse bruscamente quando ela desligou sua ligação.

"Sim, com certeza", eu murmurei.

Empurrando meu celular no meu bolso, eu olhei pra cima e vi que já estava na porta do auditório. Tomei uma grande lufada de ar e fiquei desapontado ao descobrir que era inodoro. Não havia nenhuma prova de que ela esteve aqui e eu estava começando a pensar que eu tinha imaginado a coisa toda.

De repente, o poema de Theodore Roethke de 'The Waking " me veio à mente.

Eu acordo para dormir e ter a minha lenta vigília.Eu aprendo indo para onde eu tenho que ir.

Sim, essa merda vai ser um problema.


N / T: Eu prefiro acreditar que não foi um surto esquizofrênico do Edward! E porque a garota misteriosa teria fugido?

Eu rolei de rir imaginando a cena de um Edward peladão e bem ... com Emmett e Jazz agarrados a ele tentando o levar de volta para o quarto!

E essa ligação da mãe coagindo o filho?

Meu primeiro capítulo por aqui, eu não li a história quero fazer junto com vocês, enfim

Bjos

MILI YLJJ


Sofro rindo com o Edward! A bebida deixou ele doidinho hahaha lol E ele tem irmãozinhos, que são umas fofuras e ao mesmo tempo umas pestes xD

E será que ele realmente viu a mulher misteriosa ou ta doido de pedra? O que vocês acham?

Bem gente, eu estou amando cada pessoa que comenta e fala sobre o que está pensando da fic, mas isso não quer dizer que eu não estou vendo que cada vez menos pessoas comentam e mais estão lendo. A fic tem 30 alertas e 28 favoritos. Não é porque eu posto toda a semana que não espero reviews, essa fic só vai ficar cada vez maior nos capítulos, então colabora ai gente ou passo ela para 15 dias lol


PREVIEW

Quem comentar vai ganhar uma preview, quem tem conta mandarei por PM (se não quiser a preview, é só avisar) e quem não tem deixa o email como no exemplo: chocolate(underline)brown(arroba)seuemail(ponto)com, escrevendo os simbolos entre parênteses, porque se escrever normal o FF some com o email.

Beijos

xx