ME AND MR CULLEN

Disclaimer: A história pertence à Catastrophia, Twilight e os personagens a Stephenie Meyer, e a mim somente a tradução.

Sinopse: Era apenas um fim de semana em Las Vegas, então como a estudante de Ensino Médio de 18 anos, Bella Swan, terminou casada com um executivo de cinema de 31 anos, Edward Cullen? Esta é a história de sua vida estranha.


Capítulo 19 – Nossa Família Expandida?

Hora. Era hora de descobrir onde o destino quis nos levar. Tempo de ver o médico.

Era difícil acreditar que três semanas se passaram tão rapidamente. Isso significava que Edward e eu estávamos chegando no aniversário de um mês do nosso casamento em poucos dias.

O grito do alarme disparou, despertando-nos, Edward bateu a mão no relógio antes de se aconchegar de volta na cama, com os braços envolvendo minha cintura puxando o meu lado para seu peito.

"Bom dia, baby girl", Edward sussurrou em meu ouvido, me segurando perto.

Eu sorri e suspirei de contentamento. Os braços de Edward eram o meu lugar especial. Um lugar cheio de segurança e proteção, e o amor que estava florescendo entre nós.

"Bom dia", eu murmurei, virando em direção a ele, enterrando meu rosto em seu peito, respirando-o.

As mãos dele subiram e desceram em minhas costas me fazendo murmurar em apreciação.

"Hoje é o grande dia, huh?"

"Sim", eu respondi.

Sua mão segurou meu rosto, inclinando-se para olhar para ele. Nossos olhos se encontraram antes que ele falasse: "O que você decidir, eu estou com você."

Eu sorri e inclinei para frente para colocar um beijo em seus lábios. "Eu sei."

O alarme disparou novamente alguns minutos depois, obrigando-nos a sair da cama e começar o dia.

Depois de tomar banho e me trocar, eu desci as escadas para tomar café enquanto Edward acabava de se arrumar. Na cozinha, encontrei Esme trabalhando, mais cedo que o habitual.

"Bom dia, Bella" ela cumprimentou com um sorriso. Eu não sabia como essa mulher era tão brilhante e alegre o tempo todo, especialmente vivendo com Carlisle, mas Esme era uma das pessoas mais maravilhosas que eu já conheci.

"Bom dia", eu disse com um bocejo, indo até a geladeira em busca de algo para comer.

"Eu estava olhando a programação para hoje, e eu sei que você tem a sua consulta esta tarde, então eu vou ter certeza de Edward estar em casa quando você chegar."

"Obrigada, eu aprecio isso, Esme."

"Bella, você quer que eu vá com você?" Esme perguntou a preocupação estampada em seu rosto, e fiquei muito tentada a dizer que sim.

"Obrigada por oferecer, mas eu vou ficar bem", respondi, pegando uma maçã, e, em seguida, guardando novamente.

Meus nervos estavam fazendo efeito e eu descobri que eu não estava com fome mais. Minha consulta era apenas à tarde, e Esme teve certeza de que a agenda de Edward estivesse limpa e ele estivesse em casa mais cedo. Apenas no caso do nosso casamento recente ser julgado por mais do que uma irritada atriz de Hollywood.

Eu não podia sequer pensar sobre o que aconteceu com Maggie no outro dia, ou como minha insegurança foi subindo. Edward tinha me garantido que ela nunca viveu com ele. Que era mais negócio do que emoções.

Nós não vimos Maggie na casa novamente nos dias seguintes a explosão. Ela foi ver Edward, e eu acho que ela jogou com ele, mas, novamente ele poderia saber suas jogadas. Ela estava em seu melhor comportamento, toda doce e sedutora quando visitou, ele disse. Até mesmo indo tão longe como parabenizá-lo. Era óbvio que ela estava tentando trazer de volta o lado bom dele, e eu sabia que não era a última vez que nós iriamos vê-la. Infelizmente.

Eu preferiria que fosse, mas sabia a partir desses incidentes que ela era pegajosa e possessiva. Quando eu imaginei a ex do Edward, uma atriz de Hollywood mal-intencionada com atitude para combinar com seu ego, não era isso o que eu tinha imaginado. Então, novamente, a partir do que eu tinha aprendido dos seus amigos, minha entrada na sua vida o tinha mudado. Revertendo-o de volta para o cara que conheciam, contra aquele com a vadia Maggie.

Edward desceu depois de uns minutos, beijando-me com força com a promessa de me ver em breve, e levou Esme com ele. Então eu saí também, em direção ao que estava destinado a ser um dia cheio de nervos. Eu não podia esperar para a tarde chegar apenas para que eu soubesse de qualquer maneira. Não saber era a maior parte do problema da minha ansiedade; eu estava tão dividida sobre se ficaria feliz, independentemente do resultado.

O dia seguiu em frente, e eu sinceramente não tinha nenhuma lembrança do que se passou na escola. Charlotte estava preocupada, mas assegurei-lhe que não era nada, apenas muito na minha mente. As três, eu estava no meu caminho para o médico, minha perna saltando.

Quando eu me sentei na sala de espera meus nervos tinham progredido a partir de apenas uma perna saltando, para tudo remexendo. A enfermeira chamou meu nome, e eu a segui para a esterilizada sala de exame padrão. Embora esta fosse alto nível em comparação com o meu médico em Phoenix. Como todos os consultórios, era gelada, e eu estava feliz por ter pegado meu casaco. Eu estava no meu uniforme escolar, o que provavelmente não era o melhor, considerando a situação.

"Olá, Isabella, meu nome é Dra. Kate Denali", uma mulher loira disse quando entrou, poucos minutos depois, estendendo sua mão.

"Olá", eu respondi, apertando sua mão.

"Então, o que te traz aqui hoje?"

"Bem, mudei para cá e preciso fazer um exame e eu queria falar sobre controle de natalidade."

"Bem, bem-vinda a LA e podemos fazer tudo isso hoje. Só preciso ter um pouco de informação sua, e então nós podemos fazer o exame, e ter uma pequena conversa. Parece bom?" ela perguntou e eu assenti. "Quando foi sua última menstruação?"

"Treze dias", eu respondi.

"E há alguma chance de que você possa estar grávida?"

"Sim."

"Você e seu namorado estavam usando nenhuma proteção?"

"Não, meu... marido e eu não usamos", eu respondi com cuidado.

"Marido?" ela perguntou surpresa, seus olhos olhavam para mim, em seguida, de volta para o prontuário na sua mão e arregalando quando viu o nome de Edward como o contato de emergência e sua relação. "Ah... wow... me desculpe, eu não sabia."

Eu balancei minha cabeça. "Não é conhecido publicamente ainda."

Ela fechou o prontuário e se dirigiu a mim: "Eu tenho certeza que Esme disse que nós somos muito rigorosos com as informações dos nossos pacientes, então você não tem nada para se preocupar."

Deixei escapar um suspiro que eu não tinha percebido que estava segurando. "Obrigada."

"Tudo bem, então vamos precisar fazer um teste para ter certeza de que você não está grávida antes de começarmos. Tudo bem?"

"Tudo bem."

Foram quarenta e cinco minutos mais tarde quando eu estava colocando minhas roupas de volta após o exame e estava perdida em meus pensamentos. O teste de gravidez deu negativo e eu não sabia qual era a emoção mais forte sobre os resultados.

Havia uma enorme onda de alívio, mas também uma pontada de tristeza. Edward parecia tão animado para ter filhos, mas eu ainda estava no colégio. Eu já tomei minha decisão, mas eu ainda guerreava, dois lados formando. Um apontando para o pouco tempo que conhecíamos um ao outro, o outro afirmando que o tempo não importava, porque todas as fibras do meu ser sabiam que era ele, nenhum outro homem faria isso. Outro lembrando-me que eu ainda estava na escola e iria para a faculdade no outono seguinte, outro lado apontando para o cartão de crédito ilimitado queimando na minha carteira; eu não preciso trabalhar, não preciso fazer nada... mas eu queria.

Era verdade que eu não sabia o que queria estudar, eu não sabia o que queria fazer como uma carreira, mas eu sabia que queria fazer alguma coisa. Queria ir para a faculdade. Não quero acabar como as mulheres no Real Housewives. Eu não quero ser um pedaço de plástico, ou um troféu, e sabia que Edward não queria isso. Isso era uma coisa que ele amava sobre mim, mesmo com todas as coisas caras que ele jogava para mim. Isso era realmente um show, como um caçador pegando o maior, o animal mais feroz para mostrar que ele era um bom provedor. Ele queria que eu tivesse o melhor.

Dra. Denali voltou e passou por cima de todas as diferentes opções de controle de natalidade, e havia muitas, e uma se destacou: a injeção de Depo-Provera. Iria me dar três meses de proteção e sem menstruação, e em três meses eu poderia tomar a decisão de renovar a dose ou sair dela. Isso me daria mais tempo para conhecer Edward e decidir o que eu queria fazer sobre o meu futuro, bem como o nosso.

Então, protegida por três meses, eu fui para casa para dizer ao meu marido a notícia.

"Não está grávida? Huh", Edward disse, caindo no sofá depois que disse-lhe a notícia. "Na verdade, estou um pouco triste. Eu não sei... eu estava animado. Eu só não sabia que havia me tornado tão apegado à perspectiva de ter um filho com você."

Eu passei meus braços em torno dele, sua expressão fazendo o meu peito se apertar.

"Eu tomei a injeção de controle de natalidade. Tem a duração de três meses. Com todas as mudanças... Eu não estou pronta para isso ainda. Fui envolvida na ideia com você, a fantasia, mas na realidade..."

Ele balançou a cabeça e beijou meu pescoço. "Tudo o que você quiser, baby girl. Eu lhe disse isso e quis dizer isso. Eu não quero fazer você se sentir pressionada nenhum pouco sobre isso ou por causa da minha reação. Apenas me perdendo em meus sonhos. Você faz muito isso para mim. "

"Sim, eu notei", eu respondi, esticando para beijar seus lábios.

"Um dia, Sra. Cullen, eu vou engravidá-la. Quando for a hora certa", ele declarou.

"Eu acho que é um plano fabuloso, Sr. Cullen."

"No entanto, acho que vamos precisar de muita prática entre agora e depois", ele disse, beijando meu pescoço quando se inclinou para a frente, empurrando-me de costas. "A prática faz a perfeição, eu já ouvi isso", ele flertou enquanto suas mãos rastejaram sob minha blusa, quente contra minha pele.

"Ah, é? Bem, se isso é o que dizem..." Eu parei, sorrindo enquanto eu corria minhas mãos entre nós e seu cinto.

Ele respirou fundo quando os meus dedos penetraram entre seu cós e sua carne, gemendo quando eu passei minha mão em torno de seu comprimento endurecido.

"Baby girl, eu adoro quando você me toca. Você não tem ideia como é bom. Como é quente e excitante."

Eu sorri para ele e beijei seus lábios. "Oh, Sr. Cullen, eu sei. Você faz o mesmo comigo."

Nós levamos o nosso tempo nos amassos, tirando a roupa um do outro. Tocando, provando a carne um do outro. Com um movimento lento de provocação ele deslizou dentro de mim.

"Porra, Bella, você é tão boa", ele gemeu.

Seus quadris embalaram um ritmo lento e constante. As minhas pernas em volta de sua cintura, puxando-o mais perto com cada impulso de seus quadris. Sua boca dando atenção para o meu pescoço, os dedos beliscando meus mamilos.

Meu Sr. Cullen tinha tantos lados na sua personalidade como os personagens que ele retratou, e cada um deles me amava fisicamente de uma forma diferente. Eu senti como se estivesse vendo um Edward na adolescência, fazendo isso no sofá de seu pai, tentando não ser pego. Ele era da minha idade nesse curto espaço de tempo, o homem de negócios há muito esquecido.

"Oh, baby", eu gemi, passando os braços ao redor de seu pescoço, puxando-o para mais perto.

"Eu quero encher a sua doce boceta, baby girl", ele gemeu em meu pescoço.

Seus quadris pegando o ritmo, empurrando-me sobre a borda, minhas paredes apertando ao redor dele. Enquanto eu vinha ele parou em cima de mim, enchendo-me exatamente como ele queria. Marcando-me apenas como ele desejava.

~x~

Eu tinha parado no supermercado no caminho de casa para pegar um pouco de Sprite que eu tinha desejado por dias e alguns lanches que Tanya não iria comprar. Fiquei chocada quando vi às revistas lixo no balcão. Ali, em um canto da US, tinha uma foto das minhas costas com braço de Edward ao meu redor. A manchete dizia "Cuidado Maggie! Edward Cullen reivindica mulher misteriosa."

Eu gemi e prometi ter mais cuidado da próxima vez que eu o visitasse. Não teria mesmo acontecido se os seguranças tivessem feito seu maldito trabalho em primeiro lugar.

Depois de sair, peguei meu telefone e liguei para o meu melhor amigo.

"Hey, baby, apenas chamando para esclarecer os nossos planos. Você ainda vem na próxima semana, certo?" Eu questionei esperançosa de que não tivesse havido nenhuma mudança, eu realmente precisava do meu melhor amigo.

"Eu não perderia por nada no mundo! Sinto sua falta, Bella-boo!" Eric lamentou-se a partir da outra extremidade.

"Eu sinto sua falta também. Você estará aqui em breve, e podemos ter muita diversão."

"Nós vamos. Estou tendo muita porcaria da minha mãe sobre o porquê de você de repente se mudar para a Califórnia", ele disse com um suspiro e, em seguida, começou a rir. "Garota, a sua mãe está dizendo a todos que você conheceu um estrangeiro bonito e fugiu como em um romance Harlequin. Ela ainda tem os assustadores olhos sonhadores."

"Oh, não me diga isso!" Eu reclamei, agora precisava ligar para minha mãe e acalmá-la da grande fantasia que ela estava espalhando.

"É verdade! Minha mãe não quer que eu vá por causa disso, mas quando eu expliquei a ela que eu já tinha dezoito anos e comprei minha passagem, ela finalmente cedeu."

"Bom, porque eu sinto falta do meu melhor amigo."

"Merda, você está fazendo novos melhores amigos, sei disso", ele disse, e eu podia ouvir seu amuar através do telefone.

"Ninguém nunca vai usurpar o seu status", eu lhe garanti.

"Merda, minha mãe está chamando. Eu te ligo mais tarde e podemos resolver os detalhes para a próxima semana."

"Parece bom. Eu te amo!"

"Também te amo! Tchau!"

Desliguei o telefone e abri minhas mensagens de texto, pedindo ao Seth se poderia colocar as direções para o aeroporto para mim. Foi um dos raros momentos que eu estava feliz por Esme ter colocado as informações de contato de todos no meu telefone.

~x~

Era poucos dias depois e eu não estava tão quente. Eu não me sentia bem durante toda a manhã, mas não achei que era tão ruim até que as palavras no quadro negro tornaram-se difícil de ver e as letras dançavam. Precisava ir para casa, disso eu estava certa, mas também sabia que não podia dirigir. Eu precisava de Edward.

Assim que a minha aula terminou, juntei minhas coisas e, lentamente, fiz o meu caminho pelo corredor e cheguei ao meu armário. Fiquei ali em silêncio e inclinei contra a parede, enquanto os estudantes circulavam e o corredor esvaziava com a próxima aula começando. Minha visão estava confusa e eu não conseguia ver a tela do meu telefone muito bem, minha mão ainda trêmula. Minha cabeça latejava e senti como se meu cérebro fosse mingau, tanto que não conseguia nem apertar os números.

"Isabella?" uma voz chamou e eu tentei olhar para cima.

Parecia que eu estava ouvindo através da água. Na minha frente eu poderia dizer que quem fosse tinha cabelos loiros, e não era um aluno.

Carlisle?

"Isabella, você está bem?" ele perguntou e olhei para o meu telefone.

"Edward", eu resmunguei.

"Isabella, deixe-me ajudá-la a ir para a enfermeira", ele disse, e eu poderia dizer que não era Edward, era Carlisle, mas por que ele estava sendo gentil?

Sua mão agarrou meu braço e eu tentei dar um passo adiante, mas assim que o fiz meus joelhos cederam debaixo de mim. Não bati no chão, braços fortes envolveram em torno de mim, me pegando. Era Carlisle. Eu podia ouvi-lo resmungando alguma coisa, dizendo que eu estava queimando. Não importa, porque depois disso o mundo ficou preto.

Palavras iradas filtraram através de minha inconsciência, mas eu podia ouvir o tom de preocupado por trás delas. Meus olhos não abriam, mas cada palavra flutuava ao redor do espaço.

Edward. Ele estava lá, o tom rico de sua voz me acordando.

"Não tenho nada a dizer a você neste momento, Carlisle." Suas palavras filtraram através de tudo abafadas como se eu tivesse algodão nos meus ouvidos, mas eu ainda poderia pegar alguma coisa do que eles estavam dizendo. Edward tinha um tom agudo na sua voz. "Pensei que você a odiava. Você foi tão mau na última vez que estivemos todos juntos."

Carlisle deve ter concordado, mas tudo que eu ouvi foi: "Eu não a odeio...". Então Edward me pegou em seus braços, me levantando de onde eu estava deitada. Eu poderia dizer que era ele pelo seu perfume, e o cuidado com que ele me pegou.

"Está tudo bem, baby girl, eu tenho você", ele sussurrou, dando um beijo na minha testa.

"Não fique muito perto, você não quer pegar o que ela tem", Carlisle disse enquanto Edward me carregava para fora de onde eu estava.

"Bella precisa de mim. Nós podemos ter o nosso confronto familiar mais tarde. Até lá, você pode fazer um favor fraterno e me ajudar a levá-la para o carro?"

"Certo."

O sinal tocou, e ambos amaldiçoaram quando os sons ficaram mais altos, as salas encheram com os alunos novamente. As meninas engasgaram vendo Edward, apenas alguns me perceberam em seus braços. Tendo Carlisle com a gente só fez piorar. Com base nas mentiras que eu tinha contado ao corpo discente provavelmente parecia uma reunião da família Cullen.

Meu cérebro estava muito nebuloso para realmente ouvir muita coisa, mas pela brisa, Edward tinha pegado ritmo. Antes que eu percebesse, eu estava em um carro e de volta à deriva na escuridão.

Na próxima vez que voltei a mim, Edward estava ao meu lado, passando um pano frio em volta do meu rosto.

"Edward, o que você está fazendo?" Questionei, a minha voz grogue.

"Eu vou cuidar de você", ele respondeu, colocando a toalha na minha testa.

"E o trabalho?" Eu protestei, sentando-me ligeiramente. "Vá, eu vou ficar bem."

"Bella, você é minha esposa. Eu vou cuidar de você."

"Mas, você está tão ocupado."

"Pare de discutir comigo, Sra. Cullen, ou eu vou trazer minha outra personalidade, o Dr. Brighton, e ele vai colocá-la em seu lugar."

Meus olhos se arregalaram e eu deitei obediente. Fechei os olhos e parei de tentar levá-lo a voltar ao trabalho. Eu não queria que o Dr. Brighton de Thorntown aparecesse. Eu estava lentamente me tornando bem versada em todos os seus filmes e personagens.

Eu estava agitada no sono, meu cérebro confusi da minha febre, mas eu podia ouvir duas vozes discutindo nas proximidades. Edward estava com raiva. Não gritando, mas seu tom era frio.

"O que você está fazendo aqui, Maggie?"

"Edward, querido, precisamos passar por algumas coisas para o próximo filme. A pré-produção começa logo depois do ano novo e ainda não há um elenco completo."

Eu queria sufocar em suas tentativas de conversa doce com ele, mas eu não podia me mover ou abrir os olhos, então eu escutei.

"Mais uma vez, por que você está aqui? Isso é claramente algo que podemos conversar em meu escritório."

"Eu estou aqui porque você não estava no seu escritório e nós costumamos falar sobre negócios aqui mesmo. Vou dizer que fiquei bastante ofendida pelo meu cartão de acesso ter sido bloqueado."

"Você precisa ir. Eu não tenho tempo para lidar com você agora", Edward sussurrou, um reforço forte em seu tom.

Eu sorri um pouco pelas tentativas de Edward de tentar se livrar dela.

"Por quê? Sua pequena senhora está dando-lhe problemas?"

"Minha esposa está doente."

Maggie fez um som de bufar estranho, mostrando o desagrado do meu papel na vida dele evidente.

"Eu sei que você ainda me quer, baby. Estávamos tão bem juntos. Eu poderia te foder tão bem. Muito melhor do que essa criança de esposa que você tem."

Meus olhos se abriram e eu soltei adagas em direção a sua voz. Ele era o meu marido, e eu seria a única a transar com ele.

"Você simplesmente não pode aceitar que eu estou feliz, não é?" Edward disse, a exasperação evidente antes de voltar a raiva. "Saia, Maggie. Vá no escritório amanhã e vamos conversar sobre negócios. Saia. Agora".

Edward a dispensou, e eu podia ouvir sua raiva evidente, até mesmo através da porta. Meus olhos estavam abertos, mas apenas um pouco. O suficiente para que eu pudesse ver a silhueta de Edward andando em minha direção. Seus dedos tiraram suavemente uma mecha de cabelo do meu rosto antes dele se inclinar para pressionar um beijo na minha testa.

"Eu não gosto dela", eu murmurei.

Ele riu e puxou as cobertas para cima. "Não se preocupe com ela, eu vou cuidar disso. Você precisa dormir, baby. Preciso que a minha esposa fique melhor."

Minhas pálpebras se fecharam novamente, e eu adormeci.

O som do alarme me sacudiu de um sono morto, meu corpo estava pesado e incapaz de se mover. Isso também sacudiu Edward, que aparentemente tinha adormecido durante o trabalho, porque os papéis e seu telefone saíram voando quando ele lutou para desligar o alarme. Suas mãos esfregaram o rosto cansado antes de recolher as folhas e colocá-las na mesa de cabeceira. Ele se virou para olhar para mim e sorriu quando viu que eu estava olhando ele.

"Como você está se sentindo?" ele perguntou, a voz um pouco acima de um sussurro, sua mão descendo para sentir a minha testa.

"Como se eu pesasse uma tonelada e estivesse presa à cama. Sinto dor por toda parte."

Ele riu. "Bem, a gripe pode fazer isso com você."

"Gripe? Isso é péssimo", eu resmunguei.

"Yep. Assim, nada de escola hoje e provavelmente nada pelo resto da semana. Tenho que ir trabalhar, mas Tanya vai passar por aqui e fazer-lhe almoço", ele me informou antes de ir para a minha lista de babás. "Além disso, Esme vai checar você periodicamente. Charlotte ligou ontem à noite e ela vai passar aqui depois da escola com suas lições. Se você precisar de alguma coisa hoje, só me chamar. Antes de eu ir eu vou trazer algumas bebidas... ou quer montar acampamento lá embaixo?"

Eu pensei sobre isso, pesando os prós e contras, e decidi que iria ficar parada durante o dia. A cama era muito confortável e eu não queria me mover. Depois de contar-lhe a minha decisão, ele desapareceu, voltando pouco depois com uma garrafa grande de água, copo, e um balde de gelo. Ele também trouxe um saco de salgadinhos, uma pasta cheia de DVD's, e um frasco de aspirina. Sorri para ele pela sua consideração enquanto me entregava os controles remotos e me beijava na testa.

"Fique melhor, baby girl."

"Eu vou tentar", respondi com um suspiro pesado.

Vi quando ele saiu pela porta, olhando de volta para mim, antes de fazer o seu caminho até as escadas e, em seguida, ir para o trabalho.

Passei o dia assistindo a filmes e dormindo, aconchegando nos meus cobertores e no cheiro de Edward. Esme apareceu duas vezes para me verificar, trazendo um pouco de suco de laranja com ela. Tanya fez uma tradicional sopa de frango e macarrão, mas também um queijo quente de frango e muçarela. Ela até me deu um pudim para sobremesa.

Edward ligou ao meio-dia para ver como eu estava, me acordando de um cochilo. Poucas horas depois, Charlotte chegou.

"Hey, doentinha, eu tenho as lições dos últimos dois dias!" Charlotte disse com entusiasmo falso quando ela entrou no quarto.

Sam ou Esme devem tê-la deixado entrar. Tentei o meu melhor para sorrir para ela, mas eu sofria muito.

"Eu não iria chegar mais perto", eu avisei.

Ela parou apenas dentro do quarto, sentando na cadeira que ficava ao lado da porta.

"Eu vou te dizer, você sabe como fazer uma saída!" Charlotte sorriu.

"Oh, não", lamentou.

"A escola inteira está falando sobre como seus 'grandes irmãos' vieram para o resgate quando você estava doente", ela informou-me, sacudindo a cabeça. "Foi muito divertido, especialmente quando eu sei a verdade. É desnecessário dizer que, toda a escola agora sabe que eles são seus 'irmãos'."

"Oh, que divertido vai ser quando eu voltar!" Exclamei, o sarcasmo enlaçando as minhas palavras.

"Eu poli sua história de fundo, uma vez que existe uma grande diferença de idade", observou ela. "Você foi adotada ou algo assim, e teve um desentendimento com seus pais então seu 'irmão' se ofereceu para deixá-la morar com ele."

"Isso não é ruim", eu disse com um sorriso.

"Quero dizer, todo mundo sabe que Edward está distante de seus pais com essa coisa toda de anos atrás, quando ele estava atuando."

"Que coisa?" Perguntei em confusão.

"Eu não me lembro, mas foi cerca de dez ou mais anos atrás, quando ele parou. Assim é a vida de um ator jovem quando os pais são os seus agentes. Nada de bom vem disso", ela disse com um suspiro. "Isso acontece o tempo todo, temos visto inúmeras vezes por aqui, acredite em mim."

"Seus pais eram seus agentes?" Eu perguntei isso sendo uma novidade para mim.

"Bem, eu acho que era apenas seu pai", ela esclareceu antes de perguntar: "Por que você não sabe disso? Você é casada com ele."

"Edward não gosta de falar sobre seus pais... nunca."

"Seja como for, parece que foi muito sério. Enfim, eu deveria deixá-la voltar a dormir e me limpar com uma porcaria antibacteriana", disse ela, de pé e pegando sua bolsa do chão. "Fique melhor, garota. Não é divertido na escola sem você."

"Eu só espero estar melhor a tempo do meu amigo Eric chegar na próxima semana."

"Oh, isso é certo! Descanse um pouco, eu te ligo amanhã", ela prometeu, soprando-me um beijo da porta.

Depois que ela saiu, eu saí da cama para ligar o DVD, colocar O Mágico de Oz. Ele era o favorito de Edward e fazia anos que eu tinha visto. O melhor momento de quando eu estava doente.

"Você está acordada", Edward disse com um sorriso, tirando sua roupa enquanto entrava horas mais tarde.

Eu sorri para ele, segurando minha mão preguiçosamente para o dele. "Você estava com medo que eu não estivesse?"

Sua sobrancelha se levantou e ele sorriu antes de se tornar muito animado, até mesmo dançando na minha direção. "Com medo? Criança, você está falando com um homem que gargalhou na face da morte, zombou de desgraça, e riu da catástrofe... Eu estava petrificado."

Ele se inclinou para beijar minha testa enquanto eu ria.

"Você assistiu hoje, não é?"

Eu encolhi os ombros. "Eu senti que precisava ser mais entendida do musical favorito do meu marido."

Seu sorriso tímido, aquele que só saia em raras ocasiões, subiu em seu belo rosto. Eu esperava que fosse capaz de tirá-lo cada vez mais. Não havia nada tão bonito quanto o meu marido quando ele sorria daquele jeito.


Bella não está grávida por agora, quem sabe no futuro. Apesar deles ficarem animados com isso, ainda penso que é cedo para ela que ainda estuda e para eles no relacionamento... tadinha, ficou gripada.. mas essa Maggie é muito vadia PQP que ódio que tenho essa mulher! Esse final, coisa mais linda esse Edward todo timido :3 Amo esses dois!

Obrigada pelas reviews, amo ler cada uma. Comentem!

Beijos

xx